MINISTRO DO AMBIENTE AFIRMA QUE MANGAIS ENFRENTAM AMEAÇAS SIGNIFICATIVAS

O ministro do Ambiente, Biodiversidade e Ação Climática, Viriato Soares Cassamá, afirmou hoje que os mangais enfrentam ameaças significativas, tanto a nível local, como ao nível global.

“Os mangais enfrentam ameaças significativas, tanto a nível local como a nível global”, afirma Viriato Soares Cassamá, que tutela a pasta do Ambiente, Biodiversidade e Ação Climática, na abertura de um encontro nacional de apresentação e validação da proposta de Lei do Mangal na Guiné-Bissau, que reuniu no anfiteatro do IBAP, diferentes intervenientes do sector.

Segundo Cassamá, “de um lado, a degradação e destruição desses ecossistemas resultam, da urbanização descontrolada, da infra-estrutura (construção das estradas), da exploração madeireira, da poluição, do crescimento demográfico, da diminuição dos recursos naturais, da alteração de uso de solos entre outros factores. Por outro lado, alguns estudos e cenários apontam os impactos das alterações climáticas e em particular da subida do nível do mar como drivers da perda parcial do mangal”.

Tudo isso, de acordo com o governante, “demostra de que urge tomar medidas urgentes e conseguintes para proteger e restaurar os mangais, definir as modalidades de uso, permitindo assim responder às demandas das comunidades costeiras e o desenvolvimento socioeconómico em benefício das gerações presentes e futuras”.

O governante revelou por outro lado que “ recentemente foi realizada uma avaliação económica dos serviços Ecosistémicos dos mangais, para medir a sua contribuição na economia nacional. Neste exercício estima-se um valor médio de 8.780 dólares por hectare por ano e com um valor anual estimado a 2.863,258.000 dólares”.

Por isso, segundo diz Viriato Cassamá, “a validação da Lei do Mangal representa um passo crucial na protecção do ecossistema de mangal e constitui a base legal necessária para a gestão sustentável dos mangais, garantindo sua preservação e promovendo seu uso racional”.

As florestas do mangal “cobrem cerca de 10% do território nacional, a proporção mais elevada do mundo e distribuem-se ao longo dos numerosos braços de mar existentes de norte a sul do país e no Arquipélago dos Bijagós”, explica o titular da pasta do Ambiente, Biodiversidade e Ação Climática.

 

Por: Braima Sigá

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