MEMBROS NÃO PERMANENTE DA CNE AMEAÇAM BLOQUEAR O PROCESSO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS

A comissão dos membros não permanente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e da Comissão Regional de Eleições (CRE) exige do governo o pagamento das devidas atrasadas no valor de 163 milhões e 350 mil FCA, e advertem que, caso as exigências não forem cumpridas, vão bloquear o processo das eleições de 18 dezembro próximo.

As exigências foram feitas, esta quinta-feira (25), na casa de Direitos, em Bissau, para manifestar as suas indignações sobre o não pagamento das dívidas aos membros não permanentes nas eleições de 2019.

O porta-voz da referida comissão, Hélio Viera Mendes, adverte que caso o governo não vier a cumprir com as suas obrigações de pagar os subsídios em atraso, não vão assinar as atas, e nem supervisionar as dificuldades durante ato de votação.

“Estamos a exigir do governo o pagamento das dívidas das eleições de 2019, caso contrário as vamos bloquear as eleições marcada para dezembro próximo”, avisa o porta-voz da comissão dos membros não permanentes da CNE e da CRE.

Hélio Viera Mendes exige ainda do governo a aprovação do orçamento da CNE onde foi constado o valor das suas dívidas.

“A CNE mandou o governo o orçamento para as próximas eleições, onde foram incluídas as nossas devidas das últimas eleições, mas o governou mandou retirar as nossas dívidas no orçamento da CNE, por isso vamos sair às ruas para exigir o pagamento dos nossos subsídios”, sustenta.

As eleições legislativas foram marcadas para 18 de dezembro próximo e ainda não foi anunciada uma data para o início do recenseamento eleitoral de raiz.

 

Por: Turé da Silva

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