LGDH DENUNCIA QUE NOS ANOS 2020 A 2022 FORAM COMETIDOS ATOS DE TERRORIMOS DE ESTADO
A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) qualifica os ato de ataque e espancamento dos anos 2020 a 2022 no país contra as vozes discordantes do então regime, como um ato de terrorismo de Estado.
As apreciações da organização que defende os direitos humanos no país foram feitas hoje, no ato de apresentação de imagens das pessoas vítimas de raptos e espancamentos, durante os anos 2020 a 2022 no quadro das celebrações da Quinzena dos Direitos Humanos.
Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, afirma que estes acontecimentos estavam enquadrados numa estratégia de intimidação e de silenciamento para impedir a população, a se escrutinar as atuações ilegais no país.
“Foram uns raptos brutalmente espancados, outros detidos arbitrariamente outros baleados, foram acontecimentos triste que alguns anos atrás eram impensáveis que aconteceram na Guiné-Bissau porque nós cidadãos comuns pensávamos que o país não ia chegar a este ponto”, disse o presidente da Bubacar Turé Presidente da Liga
A Liga dos Direitos Humanos se compromete ainda, a não facilitar a vida dos violadores dos Direitos Humanos no país.
“Nós queremos deixar claro que nós continuaremos a incomodar, continuaremos a não facilitar a vida dos violadores dos direitos humanos, continuaremos a denunciar aqueles que o quadro de consolidação de autoritarismo e de ditadura na Guiné-Bissau tendem a confinar os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos”, adverte o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos
Por sua vez, a presidente da Associação pela Cooperação entre o Povo (ACEP), Fátima Proença disse que tencionam construir estratégias para a divulgação da violação dos Direitos Humanos no país.
Durante os anos de 2020 a 2022 foram denunciados atos de espancamento contra políticos, analistas políticos, deputados da nação e ativistas discordantes do então regime. Os agressores ainda estão por identificar.
Por: Turé da Silva
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