GRUPO DE COMERCIANTES DESAFIA PRESIDENTE DOS RETALHISTAS A RECONSIDERAR A SUA POSIÇÃO

O presidente do Grupo de Comerciantes Bem Organizados na Fileira de Caju criticou a postura do presidente da Associação Nacional dos Retalhistas dos Mercados da Guiné-Bissau, pela postura assumida em relação à medida do governo em reduzir o preço do arroz no mercado nacional.

A crítica do grupo foi registada esta sexta-feira, durante uma conferência de imprensa em resposta a medida do governo sobre o preço do arroz 100% partido nos mercados do país.

Bubacar Buaró pediu ao presidente da Associação dos Retalhistas Aliu Seide a reconsiderar a sua posição em relação ao seu posicionamento de mostrar insatisfeito com a decisão do governo após assinar o memorando de entendimento.

“ O presidente da Associação dos Retalhistas não pode participar numa reunião até ao ponto de assinar um documento e depois vier a contestar a mesma que tinha assinado” diz adiantando que “ se Seide não compreendia o que tinha assinado, seria melhor pedir ajuda antes de assinar. Sabemos que quando decidiram aplicar o preço de 22.500, existiam outros arroz que eles tinham comprado num preço mais inferior, mas decidiram vende-las no mesmo preço sem reclamar, nesta senda aconselho-o que vá ao público reconsiderar essa sua decisão pedindo perdão a todos os cidadãos guineenses”.

Na mesma ocasião, Bubacar Buaró desafia o executivo a não limitar a sua decisão somente no preço do arroz, mas que a medida do género seja alargada aos outros produtos que têm encarecido a vida dos populares.

“ Informamos desde já ao governo, que estamos a apoiar-lhe em todas as decisões que alegram o povo, mas não queremos que limita só nessa decisão, mas que continue com todos os outros produtos da primeira necessidade e não só”, assegurou.

Buaró diz ainda que se o governo aceitar estabelecer parceria com a sua organização, são capazes de abastecer o mercado nacional com arroz dentro de 30 dias num preço de 16 a 15.500 mil francos cfa.

“Se o governo aceitar estabelecer parceria com a nossa organização, somos capazes de abastecer o mercado nacional com arroz dentro de 30 dias num preço de 15.500 mil á 16 mil francos cfa porque temos parceiros que estão disponíveis para abastecer o mercado”, concluiu.

Refira-se que apesar do governo anunciar a redução do arroz tipo “nhelem” em 17.500 francos CFA em vez de 22.000 ou 22.500 francos CFA, no interior do país há relatos de que o anterior preço continua a ser praticado mesmo com a entrada em vigor da medida do governo, sob a alegação de que já tinham comprado o arroz num preço elevado em relação ao anunciado pelo executivo na terça-feira.

Por: Diana Bacurim

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