GOVERNO TENCIONA AUMENTAR RECEITAS DE ESTADO
O ministro das Finanças projecta aumentar as receitas do estado provenientes das alfândegas em 52 bilhões de francos CFA para o ano 2021, em comparação a melhores receitas registadas no ano 2017.
A projecção feita pelo titular da pasta das Finanças durante uma entrevista aos jornalistas, esta sexta-feira, por mais de uma hora, no seu gabinete.
João Aladje Fadia acredita que a economia mundial poderia retomar normalmente as suas actividades pela diminuição da Covid19 o que elevará no aumento significativo de receitas das alfândegas em 52 biliões de francos CFA.
“Já iniciamos a trabalhar o Orçamento Geral do Estado para o ano 2021 por isso no que diz respeito à receita tomamos uma medida muita ousada para aumentar significativamente as receitas, das alfândegas para que situam em 52 bilhões de francos CFA como em 2017”, aponta o ministro das finanças.
Por outro lado, o ministro das finanças defende a fiscalização rigorosas das receitas do estado como condições para inverter as tendências, uma vez que actualmente a massa salarial são de 76 por cento destinadas para o pagamento de salários.
“Estamos a trabalhar nas reformas internas para melhorar as capacidades de trabalhos sobretudo na fiscalização e no empenho dos técnicos em que a nossa receita representa 7,5 ou seja a taxa de pressão fiscal enquanto na união ronda-se por 20 por cento a este facto a tendência deve investir”, salientou Fadia.
Fadia denuncia ainda o que considera de aumento de cerca um bilhão de franco CFA no pagamento dos ordenados aos funcionários públicos que, segundo o governante, é difícil para que haja melhoria dos salários aos trabalhadores.
“Um dos problemas que temos de facto é o pagamento dos salários assistimos no primeiro semestre de 2018 para aqui um aumento um bilhão e setecentos milhões de francos CFA na factura de salário ou seja saiu de 3.7 para 5.4 que é muito forte assim não podemos fazer a melhoria de salários os servidores públicos”, alertou o ministro das Finanças João Aladje.
De acordo com o ministro das finanças as maiores fontes das receitas do estado são alfândegas, que dependem do comércio internacional DCI assim como às pescas.
Por: Marcelino Iambi
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