GOVERNO ALERTA QUE ACTIVIDADES HUMANAS TÊM IMPACTO NEGATIVO SOBRE ZONAS MARINHAS
O ministro de Ambiente e da Biodiversidade anunciou, esta quarta-feira (09/09), que as zonas marinhas e costeiras estão expostas a um grande risco provenientes das actividades humanas.
O governante fez o anúncio na abertura dos trabalhos sobre as Consultas Nacionais para o Desenvolvimento dos Planos de Acção de Protocolos Adicionais da Convenção de Abidjan.
Viriato Cassama defende no entanto que é indispensável nestas condições os países membros da convenção em adoptar as políticas, estratégicas e plano de acção para fazer face a estes actos.
“As nossas zonas costeiras e marinhas estão realmente expostas a um grande risco proveniente das actividades antropogénicas, tas como a agricultura, industrias, águas residuais e domesticas, actividades mineiras e petrolíferas conexas, provocando assim danos ambientais, sociais e económicas”, adverte.
Entretanto, segundo o responsável é indispensável nessas condições adoptar os países de políticas estratégicas e planos de acções para fazer face a esses actos nefastos.
“Realço mais uma vez a importância destas consultas nacionais que permitirá aos nossos técnicos trazer as contribuições valiosas de modo que as nossas preocupações possam ser espelhadas, ou seja, tomadas em consideração nos respectivos planos de acção que serão debatidos nestes três dias na cidade de Bissau”, sustenta.
O ministro assegurou por outro lado que o presente encontro de Consultas Nacionais constituiu para o executivo guineense, um marco “tão importante na luta para o atingimento dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e servirá de base para criação dos mecanismos que levam a uma gestão racional dos recursos, visando a salvaguarda dos princípios da boa gestão das essências dos recursos, no sentido de que a gerações futuras precisarão.
O encontro que decorrerá durante os três dias em Bissau culminará com apresentação dos documentos dos planos de acções com as respectivas contribuições em relação aos Planos de Acção de Protocolos Adicionais da Convenção de Abidjan, relativo à cooperação em matéria de protecção e melhoria do ambiente marítimo e costeiro da região da África Ocidental, Central e Austral contra a poluição e actividades terrestres.
Por: Braima Sigá
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