FUNCIONÁRIOS DENUNCIAM QUE “É DESUMANO O QUE ESTÁ A ACONTECER NOS CORREIOS”
O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios exige, hoje, a demissão do ministro dos Transportes e Comunicações, devido à morte lenta desta instituição do estado.
O pedido deste sindicato foi tornado público, esta quinta-feira, pelo presidente desta organização dos trabalhadores durante uma conferência de imprensa na qual foi revelada a situação pelo que os Correios estão a enfrentar.
Tefna Tambá justifica o pedido de demissão deste governante, devido ao não funcionamento até aqui dos Correios, responsabilizando o ministério de tutela, por isso, pede ao Primeiro-ministro e Presidente da República a nomearem um novo ministro o mais rápido possível.
“Que seja exonerado este ministro dos Transportes e Comunicações na madrugada, porque não é humano o que está a acontecer nos correios sobretudo não há convivência sã entre o ministro e os funcionários, outrossim a empresa do Estado está a sofrer a morte lenta em detrimento das empresas falsas”, considerou o sindicalista.
O surgimento das agências de e para envio e receção no país das encomendas atividade outrora realizadas pelos correios, levando isto para uma morte lenta. Para a este fato o presidente do sindicato dos Correios considera que a Guiné-Bissau tem vindo a perder trilhões de francos CFA.
“As pessoas não têm noção clara do trabalho dos correios, houve uma situação aqui que aconteceu em que óleo de palma derramou no avião e levou a desbloquear um milhão para fazer a limpeza desta aeronave, o Estado guineense tem perdendo bilhões e triliões de francos CFA”, revelou Tefna Tambá.
Tefna Tambá denuncia também o não cumprimento dos trabalhos cabal da parte dos correios, pois correm o risco de terem que indemnizar os proprietários destas encomendas, uma vez que estes se encontra nas instalações dos correios para serem enviadas.
“Quantas malas que se encontram nos correios em trânsitos que não podem enviar até agora, são por volta de 30 mil malas e assim como as malas vazias estão num universo de 40 mil na mesma situação são consequências graves sobretudo das dívidas ou seja das indemnizações das pessoas”, apontou o presidente do sindicato dos Correios
De acordo com a informação recolhida no local, é que nas agências de encomendas para enviar passaportes para Itália custam 65 mil, enquanto nos correios eram 11 mil francos CFA.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios disse que os funcionários em causa saiam de 276 para 76 devido a procura de melhores condições de trabalhos e sobretudo a situação do falecimento levou a redução de número dos trabalhadores.
Por: Marcelino Iambi
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