FMI RECONHECE REDUÇÃO DO DEFICIT DO PRODUTO INTERNO BRUTO DE 4% PARA 2%

 

O chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) reconheceu que o deficit público reduziu mais de 4 para menos de 2% do produto Interno Bruto.

Tobias Rasmussen que falava esta terça-feira (03 de Abril) no final do encontro com Presidente da Republica disse igualmente que a redução do deficit é a consequência de uma disciplina orçamental.

«Houve em 2017 desenvolvimentos dignos de nota, por exemplo, o deficit público reduziu de mais de 4% para menos de 2% do Produto Interno Bruto e isto enquanto consequência de uma disciplina quer orçamental quer finanças públicas reforçadas assim como resultante da tónica suplementar posta na administração fiscal para arrecadar receitas para as finanças públicas», considera Rasmussen.

Por outro lado, o economista sublinhou que é importante a melhoria da gestão da Empresa de Electricidade e Aguas da Guiné-Bissau (EAGB) para garantir que os proveitos sejam canalisados para as finalidades da empresa.

“ Um outro desafio que descortinamos tem a ver com o sector de abastecimento das energias eléctricas. É importante a este nível quer o investimento necessário, quer a melhoria da gestão do que beneficia a EAGB para garantir que os proveitos de uma melhor gestão possam ser retirados, são canalisados para as finalidades da empresa. Trocamos ainda impressões sobre a relevância de se dispor de um governo plenamente em funções e sublinhamos a importância para a economia deste aspecto ou seja de um governo operacional”, sublinha.

No entanto no que respeita aos desafios entre eles os relacionados com a campanha de caju do presente ano, o chefe da missão anunciou que os preços internacionais não vão evoluir em termos de crescimento como nos anos anteriores. “A este respeito, vemos assim como sendo de particular relevância permitir livre operação das forças do mercado a reconcorrência para que possam acarear para o produtor, os benefícios das suas actividades”.

Entretanto, reconheceu que a actividade económica manteve-se dinâmica, suportada pelos elevados preços do caju pelo aumento do investimento e gestão económica prudente. Estima-se em 5,9% o crescimento real do PIB em 2017, com uma inflação média de 1,1% e um défice externo da conta corrente de 0,5% do PIB.

Ainda, explicou que os termos das condições de comércio da Guiné-Bissau deterioraram-se com preços mais altos nas importações de petróleo e parecendo as perspectivas para as exportações de caju menos favoráveis do que no ano passado. Alem disso, maior tensão politica desde a queda do governo em Janeiro, caso persista, prejudicaria a implementação de políticas e afectaria negativamente a clima de negócios, finaliza chefe da missão do FMI.

Por: Nautaran Marcos Có

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