Eleições: ADVOGADOS DA PAI TERRA RANKA CHAMAM DE 'FÚTIL' JUSTIFICATIVA DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
O coletivo de advogados da coligação eleitoral Plataforma da Aliança Inclusiva (PAI - Terra Ranka) considera "fútil" a possível irregularidade evocada pelo Supremo Tribunal de Justiça, que originou o indeferimento da coligação na próxima corrida eleitoral.
Essas considerações foram feitas hoje (01 de outubro) por um dos advogados da coligação, Luís Vaz Martins, em entrevista à Rádio Sol Mansi (RSM), após a interposição de processos no tribunal, exigindo a reconsideração da decisão que rejeitou a candidatura da coligação na lista provisória para as eleições legislativas de novembro.
Vaz Martins considera que as alegações apresentadas não têm fundamento, pois o tribunal ainda teria tempo para analisar os dossiês apresentados.
Há seis dias, o coletivo de advogados entrou com um recurso no tribunal e, segundo Vaz Martins, havia tempo para ser publicada uma resposta sobre o recurso.
Esta semana, tanto o Espaço de Concertação das Organizações da Sociedade Civil quanto o Movimento da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento emitiram um comunicado demonstrando preocupação diante da decisão do Supremo Tribunal de Justiça e exigindo a revogação da decisão.
Entretanto, o coletivo de advogados da PAI Terra Ranka considera os pronunciamentos positivos e afirma que é "aberrante" o que tem acontecido no setor judicial.
As eleições legislativas e presidenciais estão marcadas para 23 de novembro, e, enquanto isso, a PAI Terra Ranka espera ver sua candidatura aprovada pelo Supremo Tribunal de Justiça.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos Camará
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