Educação: “NÃO SE PODE PENSAR NO DESENVOLVIMENTO SEM VALORIZAR O SETOR EDUCATIVO”
O presidente do Fórum Nacional da Inserção para Formação Extra-Escolar (FONAIFEP-GB) afirma que quando um país perder o foco da educação, automaticamente perderá a sua soberania.
A afirmação é do presidente desta organização feita esta sexta-feira, durante as comemorações do Dia Internacional do Estudante, organizada pela União Nacional dos Estudantes sob o lema “Unidos pelo saber, transformando o futuro da Guiné-Bissau”.
Ussumane Sadjó mostra que um Estado que despreza a educação, é um Estado pronto para assassinar a educação.
“Aproveito para encorajar todas as organizações juvenis do país que trabalham no sector educativo para que continuem de uma forma sábia, responsável e a não desistirem de incentivar os jovens a estudarem a fim de provocarem mudanças e ao governo deixo seguintes recomendações que a maior fatia do bolo orçamental deve ser para o sector educativo, porque quando perdemos o foco da educação estaremos a perder a nossa soberania e um Estado que despreza a educação é um Estado pronto para assassinar a educação”, assegurou
Mutaro da Silva presidente da União Nacional dos Estudantes apresenta a sua indignação, perante o rumo a que o sistema educativo guineense está a ser conduzido.
“Eu não podia esconder esta minha indignação quanto a forma como o sistema educativo está a ser levado e exigimos o do Ministério da Educação Ensino Superior e Investigação Cientifica a agilização na busca de soluções entre eles a aprovação de Estatuto da única Universidade do país (UAC), a elaboração, aprovação e promulgação de lei de mestrado são processos essenciais, no entanto exorta ainda a criação de agência reguladora do ensino privado, o aumento da gratuidade até o 9º ano, a isenção no ensino superior para as pessoas com deficiências e pede o alargamento das escolas técnicas profissionais para as regiões a fim de reduzir a imigração clandestina”, pediu.
Na mesma ocasião, e em representação da Associação Académica do Instituto Politécnico Nova Esperança IP9, Salifo Camará, reconhece que os estudantes guineenses, apesar das tantas dificuldades que enfrentam, nunca desistiram dos seus propósito, que é de estudar para servir o país, em prol do seu desenvolvimento.
Por: Diana Bacurim
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