“É INADMISSÍVEL SITUAÇÃO QUE SE VIVE NO PAÍS”, disse líder do PUN

O líder do Partido da Unidade Nacional (PUN), Idriça Djaló, acusa as autoridades nacionais de optarem pela implementação do Estado de calamidade, sem no entanto, respeitar as regras do país em desrespeito aos cidadãos nacionais.

Idriça Djalo falava, hoje, em conferência de imprensa, para se posicionar sobre a actual situação do país diante da implementação do estado de calamidade e que restringe algumas liberdades fundamentais do país.

Djalo acusa as autoridades de não pensarem em guineenses sem muito sustento e que estão em sector privado.

Idriça Djaló disse que não é admissível a situação que se vive no país. Ele acusa as autoridades de estão a ter uma resposta policial exagerada contra a população e foi mais longe comparando a situação com um estado de guerra.

“O que se vive no país é comparado com um estado de guerra. Os polícias nas ruas com armas e a população caminhando quilómetros a procura do sustento. Estas pessoas que vendem no mercado e vão à fronteira procurar comida, estão a sofrer”

O líder do PUN disse ainda que os agricultores e produtores da castanha de caju foram deixados para trás, sendo que a campanha não decorreu da forma necessária.

Na mesma conferência de imprensa, o antigo candidato a presidência desafiou o ministro de Estado do Interior a apresentar os relatórios sobre a corte e venda de troncos de madeira no país

O país ainda continua a deparar com a polémica a volta dos troncos de madeiras cortada entre 2012 a 2014 e que depois as autoridades decidiram confiscar estas madeiras para Estado.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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