DOIS MAIORES CENTROS HOSPITALARES DO PAÍS REGISTAM UM ÓBITO CADA DURANTE FESTIVIDADE DE NATAL
O Hospital Militar Principal considera de negativo o balanço da quadra festiva de Natal deste ano, por ter registado um óbito de uma criança de 5 anos de idade, num total de 23 casos recebidos.
Apesar do diretor clínico do Hospital Militar Principal, Fernando Assaiemo ter assegurado que neste ano não tiveram muitos casos em comparação com o ano passado, considera o balanço de negativo porque foi registada morte de uma criança, mas explica que esta foi evacuada de Bissorã para Bissau.
Falando em entrevista à RSM, Fernando Assaiemo falou igualmente dos casos que derem entrada em diferentes patologias.
“ Na ortopedia deram entrada um total de 14 casos, 10 de acidente de viação, três de agressão física e um de contenção corporal. Já na cirurgia, deram entrada nove casos, cinco de acidente de viação, dois de agressão física, um de contenção corporal e uma queimadura de segundo grau”, acrescentando que “ uma criança com fortes lesões acabou por falecer no momento em que seguia para o bloco operatório. Em comparação com o ano passado, tivemos menos casos este ano mas igualmente o balanço é negativo porque registamos um óbito”, frisou.
Entretanto, no Hospital Nacional Simão Mendes, o Diretor do serviço da urgência, Admir Monteiro, anunciou que deram entrada 177 casos de diferentes patologias e foi registado um morto.
Admir Monteiro disse que o balanço em termos da morte é nulo porque o caso recebido não é derivado das consequências da festa do Natal.
“Total de casos que deram entrada no Hospital Nacional Simão Mendes durante a comemoração da festa do Natal é de 177 onde 101 foram atendidas no serviço de medicina interna, 46 foram no serviço cirurgia e 30 foram atendidas no serviço de orotramotologia” revelou Admir Monteiro Diretor do serviço da urgência, do Hospital Nacional Simão Mendes
Para a festa do novo ano, o diretor de serviço do Hospital nacional Simão Mendes aconselha as pessoas a consumirem o álcool com moderação e os pais e encarregados da educação são exortados a cuidarem com as suas crianças nos momentos de manifestação.
Disse que neste ano de 2022 os números que deram entrada neste maior estabelecimento hospitalar não são alarmantes como do ano passado.
Por. Diana Bacurim- Ture da Silva
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