DEPUTADOS DA NAÇÃO QUEREM SUSPENSÃO URGENTE DA GREVE DOS MOTORISTAS
Os deputados da nação querem que o governo e os sindicatos dos motoristas sentem à mesma mesa, com maior brevidade possível, para suspender a greve que afecta seriamente a vida dos guineenses.
A reacção dos deputados foi recolhida pela Rádio Sol Mansi (RSM), na sequência da paralisação da greve dos motoristas com o impacto sério da vida dos guineenses.
Em entrevista exclusiva à Rádio Sol Mansi, Bamba Banjai, deputado da Nação eleito na lista do MADEM G15, disse que é urgente tomada de medidas para pôr fim a esta situação que coloca em risco à vida pública e económica do país. Bamba disse que esta situação está a agravar ainda mais a vida pública.
“É urgente que o governo e os sindicatos se entendem porque esta situação paralisa o país, a economia e poe em causa a vida das próprias famílias e estudantes”, exorta o deputado Bamba.
Wasna Papai Danfa, da lista do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-Verde (PAIGC), chama a atenção das autoridades nacionais para que as greves sejam ultrapassadas com brevidade possível.
“Todos sabemos que a greve é legítima, legal e constitucional mas a autoridade tem que ter paciência e buscar a forma para um diálogo porque toda esta prepotência e arrogância não nos ajuda”, sustenta o deputado Wasna.
A greve da Federação Nacional dos Motoristas dos Transportes Públicos continua a ter um impacto negativo na vida das pessoas e na economia nacional.
Ouvido, hoje, o economista guineense igualmente comentador da Rádio Sol Mansi disse que as constantes greve na função pública está a pôr em causa o funcionamento da dinâmica laboral que permite o estado a arrecadar as receitas e impostos
O ano 2021 é dos mais conturbados nos últimos cinco anos em termo das paralisações na função públicas.
Para o economista, José Nico Djú, com essa paralisação de dinâmica económica a curto prazo o Estado terá o problema no pagamento de salário.
“Quando for assim o nível de pobreza vai aumentar e a tenção social que pode ser nefasta para o país”, adverte.
Segundo o analista, para evitar a eventual distúrbio é preciso que o Estado ponha o recurso financeiro no local próprio e colocar em prioridade força dinâmica do trabalho interno para a captação dos recursos financeiros.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Braima Sigá
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