CRIANÇAS CONTINUAM A MORRER DE PALUDISMO NA GUINÉ-BISSAU
O Secretário-geral do Ministério da Saúde Pública diz, esta quarta-feira (26), que os casos de número de mortes em unidades de saúde causadas por malária no país desceram drasticamente
A revelação feita durante o acto da comemoração do dia mundial do Paludismo celebrado em todo mundo sob o lema “Prontos para vencer o paludismo”!
A nível nacional a cerimónia decorreu no espaço verde da Camara Municipal de Bissau sob lema “Zero Paludismo! Nô Djunta Mon, Faci bu Parti”!
Segundo, Guilherme Silá, Secretário-geral do Ministério da Saúde, os dados provisórios mostram que em 2017 foram registados mais de 145 mil casos de paludismo no país e 153 óbitos, e a maioria das vítimas são crianças de 0 a 5 ano de idade.
Contudo o baixo nível da mortalidade por paludismo, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) considera que a doença representa uma séria ameaça à saúde pública e é uma causa significativa da pobreza na Guiné-Bissau e “toda a população está em risco”.
Entretanto, Inácio Alvarenga, em representação de OMS, assegurou que o estudo que representa a África subsariana, onde a Guiné-Bissau faz parte, mostra que 47 em cada 100 crianças procuraram os centros de saúde por causa do Paludismo e só 83 por cento desses casos receberam tratamento adequados.
A OMS elaborou uma estratégia de combate ao paludismo em África para os anos 2016-2030, que proporciona uma plataforma regional para coordenar a ação com vista alcançar uma África livre do paludismo.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Marcelino Manuel Iambi
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