COORDENADORA DA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL CONSIDERA DE BOA SITUAÇÃO DE PROTEÇÃO DESFAVORECIDAS NO PAÍS
A Coordenadora da Rede de Proteção Social da Guiné-Bissau considera de positiva a situação de Proteção Social no país, tanto das crianças assim como das pessoas mais desfavorecidas.
A responsável falava numa entrevista à margem de uma missão de seguimento da cooperação Portuguesa que se encontra no país no quadro de cooperação bilateral entre os ministérios de Trabalho, Solidariedade e segurança Social de Portugal com da Guiné-Bissau.
Alice Mané, coordenador da Rede de Proteção Social da Guiné-Bissau, assegura que a sua organização abrange várias camadas socias do país, mas a camada desfavorecida acaba por ser menosprezada.
“Consideramos de positiva a situação de Proteção Social no país não só das crianças como também das pessoas com deficiências, apesar de conhecermos a nossa realidade onde muita das vezes estas camadas mais desfavorecidas acabam por serem m menosprezadas e descriminadas e a nossa rede está a pensar alargar as suas ações com o apoio do governo para as pessoas Albinos e igualmente a proteção em toda as áreas”, assegurou.
Carlos Tipote, em representação do governo, elogia esta parceria entre os Portugal e Bissau e afirma terem delineado as estratégias eficazes que permitirão dar seguimentos dos projetos apresentados pela rede de proteção social.
“Nós delineamos com o Portugal as estratégias eficazes que permitirão dar seguimentos dos projetos e digo que existe uma entidade que coordena este projeto que anualmente faz visitas para constatar as ações que estão a ser desencadeados e quais as dificuldades, no entanto podemos dar uma nota de positivo não obstante algumas dificuldades que acreditamos que em conjunto venceremos”, frisou.
Em nome da entidade financiadora por parte de Portugal, Hugo Curado, diz estar satisfeito com os resultados conseguidos na implementação de projeto a favor dos mais necessitados.
“A análise é positiva porque tem um impacto social muito forte e temos a consciência de que as entidades executores terão desafios enormes porque o trabalho social pela natureza é bastante difícil”, reconhece.
A parceira entre o ministério do Trabalho, Solidariedade e segurança Social de Portugal e da Guiné-Bissau é no quadro dos projetos que estão a ser executados pelas diferentes organizações que zelam pelos mais carenciados e já durou mais de 20 anos.
Por: Diana Bacurim
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