Comercialização da castanha de caju. INTERMEDIÁRIOS DESENCORAJAM A PRÁTICA DE TROCA DIRETA DE ARROZ PARA A COMPRA DE CASTANHA DE CAJU

A Associação Nacional dos Intermediários de Negócios repudia e condena a prática de troca direta de arroz para a compra de castanha de caju na Guiné-Bissau.

O repúdio desta organização foi feito esta quarta-feira, pelo presidente desta Associação numa conferência de imprensa conjunta dos associados da Câmara do Comercio Indústria Agricultura e Serviços (CCIAS), no âmbito do presente Campanha de comercialização da castanha de caju.

Lassana Sambu alerta ainda aos seus associados que quem for apanhado nessa prática nefasta, o infrator vai pagar todas as consequências.

“Estamos a assistir uma prática neste momento que, nós, como defensores da classe, nãoapoiamos por isso, apelamos os nossos associados que desistam desta prática de troca direta de arroz para a compra de caju porque é condenado e maior ganhador, é comerciante”, alertou Sambu.

O vice-presidente da Associação Nacional dos Agricultores (ANAG), Corca Djalo, apela aos produtores para aceitarem vender a castanha de caju no preço fixado pelo governo, mas que denunciem a compra deste produto no preço inferior ao estabelecido.

“Queremos apelar aos produtores que aceitam vender a castanha de caju no preço de referência fixado pelo governo como também a estarem engajados em denunciar a compra deste produto no preço menos de 300 francos CFA”, aconselhou Corca Djalo.

Por seu turno, o presidente da Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços, Mama Samba Embalo, disse que o país poderá ganhar, quando obter grande mercado para este produto estratégico como na Índia ou China.

“A Guiné-Bissau poderá alcançar os ganhos quando obter grandes mercados do nosso produto estratégico para que haja concorrência porque já temos India, Vietnam e se conseguimos o grande gigante asiático China a nossa economia ganhara outro impulso”, ansiou o presidente da CCIAS.

De acordo com o presidente da Câmara do Comércio Indústria Agricultura e Serviços (CCIAS) na campanha de comercialização da castanha de caju do ano passado 162 mil toneladas de caju saiu via terrestre, uma perda grande para a economia nacional.

Por: Marcelino Iambi

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