CHEFIAS MILITARES DA CEDEAO DEBATEM, EM BISSAU, A QUESTÃO DA CRIAÇÃO DA FORÇA ANTE GOLPE E TERRORISMO

A ministra do Estado dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades disse, hoje, que os países membro da Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) têm sido perturbados pelo fenómeno de terrorismo e extremismo violento, assim como Golpes de Estado e tomada de poder por via inconstitucional.

“A nossa sub-região tem sido perturbada por fenómeno grave de terrorismo e extremismo violento e, tem sido assuado por vários golpes de Estados e tomadas de poderes por via inconstitucional manifestadas por transições que representa as nossas fragilidades em implementar mecanismos de sustentabilidade dos valores da democracia e da boa governação”, diz a governante na abertura da segunda reunião anual dos Chefes de Estado-Maior General das Forças Armadas da CEDEAO que decorreu em Bissau.

Suzi Barbosa aponta como consequências destas situações de segurança e sobressalto do poder por via inconstitucional, “o agravamento da pobreza, da privação à educação, ao emprego e ao acesso às outras oportunidades económicas”.

Ao longo dos anos vários esforços têm sido feitas, no sentido de combater os fenómenos do terrorismo como forma de minimizar os seus impactos na comunidade, mas contudo, segundo a governante, “os esforços têm demonstrado insuficientes, em termo de coordenação e o resultado esperado. Por isso, o encontro de Bissau testemunha a urgente necessidade de reacção e engajamento responsável das autoridades da CEDEAO sobre estes fenómenos”.

Por sua vez, o ministro de Estado da Defesa e dos Combatentes da Liberdade da Pátria, Marciano Silva Barbeiro, afirma que estão conscientes e preocupados quanto ao agravamento da situação de segurança na sub-região, bem como das sistemáticas mudanças inconstitucionais dos governos, através do golpe de estado. Nesta senda, segundo ele, é preciso traçar as estratégias conjuntas para fazer face a estas situações nos países membros da organização.

De realçar, que milhões de pessoas nas comunidades da sub-regional já deslocaram-se dos seus confortos, devido aos ataques terroristas perpetrados pelos grupos armados que semeiam terror.

Neste sentido, a 62ª cimeira dos chefes de Estado e do Governo da Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental (CEDEAO), realizado no princípio deste mês, em Abuja, capital Federal da Nigéria, ficou arcada com a criação da força regional para combater o extremismo islâmico armado e golpes de Estado.

Desde a 56ª Sessão Ordenaria dos Chefes de Estado e do Governo da Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental, realizada em Dezembro de 2019, em Abuja, capital Federal da Nigéria, as autoridades decidiram adoptar plano de acção da CEDEAO 2020 e 2024 para erradicação do terrorismo. 

 

Por: Braima Sigá

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