CENTRAIS SINDICAIS GARANTEM CONTINUIDADE DE GREVE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

O Secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) admitiu a continuidade da paralisação na administração pública com a greve das duas centrais sindicais.

Júlio Mendonça falava depois do encontro com Umaro Sissoco Embalo, Presidente da República declarado pela CNE, que tinha pedido aos professores que voltassem as salas de aulas.

A este propósito, o sindicalista disse que compete as duas centrais sindicais do país desconvocar a greve, não os sindicatos dos professores que são afilhados.

“De momento não há nada de concreto porque não discutimos nada, apenas limitamos a passar as informações, de resto há quem tem competência e atribuição legais para negociar connosco por isso, a greve mantem-se na função pública”, referiu o Secretário-geral da UNTG.

Por outro lado, Júlio Mendonça diz que até quinta-feira (5) as duas centrais sindicais, a UNTG e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes tomarão posição sobre o pedido do presidente Umaro Sissoco Embalo

“O presidente queria ter informação do motivo da nossa greve e prometeu engajar junto do governo e jogar sua influência no sentido de fazer valer as nossas revindicações. É evidente que até quinta-feira, tomaremos posição”, disse Júlio Mendonça secretário-geral da UNTG.

Entretanto, o presidente da república declarado pela CNE como vencedor das eleições presidenciais admite que não haverá mais greve no país devido as diligências do governo liderado por Nuno Gomes Na Bian.

Embalo falava depois da reunião do conselho de ministros realizado no palácio do governo.

“Dei ao primeiro-ministro as orientações e já disponibilizou a ministra da função pública e o Secretário do estado de tesouro para as negociações com as centrais sindicais e peço que a partir de amanhã ou depois da manhã, que não haverá mais a greve na função pública”, garantiu.

Esta é nona vaga da paralisação na administração pública guineense convocada pela União Nacional dos Trabalhadores da Guiné e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes exigindo o cumprimento do memorando de entendimento assinado com o Governo.

Por: Marcelino Iambi

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