Centif: BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS CONTÍNUA PRESENTE NA GUINÉ-BISSAU
O presidente de Célula Nacional de Tratamento de Informação Financeira da Guiné-Bissau (CENTIF) afirmou que o branqueamento de capitais contínua ainda presente na Guiné-Bissau e a justiça deixou de assumir as suas responsabilidades.
Justino Sá fez a denúncia durante o seminário sobre investigação financeira e recuperação de activos para agência de aplicação da lei que visa reforçar as capacidades dos actores da justiça penal no domínio do combate ao crime económico e financeiro.
“O branqueamento de capitais e financiamento de terrorismo fazem parte dos crimes conexos a outros crimes nomeadamente, a corrupção tráficos de drogas e fuga ao fisco e os guineenses vivem e convivem com estes crimes que por conseguinte estão a causar danos incalculáveis aos tecidos económicos financeiros e social” diz acrescentando que “ se é justo dizer que o complexo de fenómenos de branqueamentos de capitais está presente na Guiné-Bissau. Então, será justo a afirmar qua justiça deixou de assumir as suas responsabilidades”.
No entanto, o secretário-geral do ministério das finanças Vençam Mendes disse que o sistema de investigação criminal deve adaptar novas mudanças para garantir a mais variáveis vertentes no combate ao crime do branqueamento de capitais.
“ Combate a nova criminalidade (…) deve adoptar-se as mudanças. Essa realidade, eleva a exigências de uma adequada formação e treinos dos investigadores criminais, implicando cada vez mais a certa temporalidade dos processos de formação e a sugestões mais exigentes”, aconselha o responsável.
O seminário de dois dias é organizado pelo ministério das finanças através da célula nacional de tratamento de informações financeiras da Guiné-Bissau e é destinado às entidades judiciárias e órgãos da polícia criminal, com objectivo de reforçar a capacidade dos atores da justiça penal no domínio do combate ao crime económico e financeiro.
Por: Diana Vaz
- Created on .

