IGREJA CATÓLICA DA GUINÉ-BISSAU TENCIONA ABRIR MAIS UM CENTRO DE FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS
O Clero Diocesano anunciou, esta quinta-feira (15), abertura do centro de formação de Catequistas em Nloré, arredores de Mansoa, para Fevereiro de 2021.
Anuncio feito pelo porta-voz do Clero Diocesano depois do encontro de dias, que decorria no seminário Maior, com participação dos padres das duas dioceses (Bissau e Bafatá) na presença dos três bispos.
O Padre Avito José de Araújo diz que neste momento está ser feita a sensibilização das famílias que poderão fazer parte deste centro construído nos anos 80.
“A reabertura do centro de Nloré está prevista para o mês de Fevereiro de 2021, porque até agora há vários trabalhos para ser concluídos neste centro, neste momento está a se realizar a sensibilização às famílias”, explicou o porta-voz do clero diocesano.
Em relação a situação da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o sacerdócio lamenta a situação que segundo ele tem prejudicado muito.
“Lamentamos muitos, porque ficamos mais de seis meses parados devido a esta pandemia mas o balanço que podemos fazer de um lado é positivo e de outro lado é negativo. Positivo porque ajudou os cristãos a compreender que somos homens frágeis e trabalhar no pastoral doméstico. É negativo porque depois da reabertura das Igrejas para as missas houve pouca afluência dos cristãos”, lamentou o padre Avito de Araújo.
Segundo, o porta-voz do Clero Diocesano, padre Avito José de Araújo, durante o encontro debater sobre abuso sexual dos menores e situação das pessoas com deficiências que foi recomendado pelos bispos.
“Falamos da célula criada nas duas dioceses para ser seguidas e acompanhadas, os casos de abusos sexuais dos menores como também a situação das pessoas com deficiências onde os bispos pediu-nos para tratar deste assunto uma vez que é pertinente que exige engajamento de todos”, referiu o sacerdócio.
As duas dioceses Bissau e Bafatá pensam numa casa de acolhimento dos padres com os problemas de saúde e com idade de reformas e de uma casa de clero diocesano no país.
Por: Marcelino Iambi

