A missão do Conselho de Paz e Segurança da União Africana que se encontra no país manteve esta segunda-feira (17 de junho) o encontro separado com os partidos políticos com assento parlamentar.

O encontro visa analisar, com entidades nacionais e os principais actores políticos, a situação politica vigente decorrente do período pós-eleitoral.

Na saída do encontro separado na sede da União africana em Bissau, o líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, voltou a defender o respeito das leis perante o impasse no parlamento que para ele, “é a única saída”.

“É preciso cumprir e respeitar as leis e se isso for respeitado por todos em princípio devemos encontrar o caminho para a solução”, defendeu o presidente dos libertadores.

Para, o coordenador do Movimento para a Alternância Democrática (MADEM-G15), Braima Camara, a formação política que representa está disponível para a procura de soluções viáveis ao impasse na base do respeito das leis.

“A nossa disponibilidade é total e incondicional na busca de soluções para estabilização do país e com entendimento, mas sempre respeitando regimento da Assembleia Nacional Popular (ANP) e Constituição da República”, revelou Braima Camara do MADEM.

Por seu turno, o Partido da Renovação Social (PRS) na voz de Sola Na Quilin Na Bitcha disse que os renovadores informaram a missão da União Africana de que a mesa do parlamento não está ainda constituída.

“A Única crise que o país enfrenta neste momento é exactamente a composição da mesa da Assembleia Nacional Popular. Como sabem a mesa está inconclusivo devido segundo presidente e primeiro secretário” afirmou Nabitcha do PRS.

O primeiro vice-presidente de Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), Mama Saliu Lamba, disse que a lei deve imperar em vez do consenso devido o impasse no parlamento, mas, “espera que a União Africana dê a contribuição para instabilização do país”.

“Esperemos que a União Africa dê a sua contribuição para que a Guiné-Bissau reencontre a paz, estabilidade e desenvolvimento uma vez que a nossa posição é que a lei é que deve imperar perante o impasse no parlamento”, diz o vice-líder da APU.

A missão da União Africana que estará no país até o dia 19 de Junho manteve também o encontro com o presidente da República mas sem prestar declarações.

Na terça-feira a missão promoverá uma conferência de imprensa pelas 15h30, no Escritório da União Africana em Bissau sobre a situação da crise politica na Guiné-Bissau.

Por: Marcelino Iambi

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