O juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça afirmou que “não é de admirar que o movimento dos processos judiciais fica a quem do necessário por insuficiência dos recursos humanos nos tribunais judiciais”

Rui Nene que falava hoje (18 de junho) no seminário de um dia sobre a conduta judicial realizada pelo ASMAGUI no âmbito do seu aniversário diz ainda que a morosidade judicial constitui um dos problemas mais sensível da justiça.

“ Tendo os tribunais judiciais a insuficiência dos recursos humanos, não é de admirar que o movimento dos processos fica a quem do necessário. Temia-se uma catástrofe que só foi possível evitar através de forte empenho desse pouco pessoal existente nos tribunais”, afirma para depois realçar que “ a questão de morosidade judicial constitui um dos problemas mais sensíveis da justiça acarretando mais prejuízos a vida das pessoas e das empresas”.

O representante do ministro da justiça no acto, Paulo Mendes Júnior disse que a cultura de impunidade tem que ser combatida “pois ela muito mais visível quanto mais frágil for a capacidade de intervenção de estado. Sem tribunais devidamente apetrechados de meios humanos e materiais o combate a impunidade será uma quimera”.

Entretanto, a presidente de Associação Sindical dos Magistrados Judiciais Guineenses (ASMAGUI) Noémia Noni Gomes sublinhou que a ética e a integridade dos juízes face a independência do poder judicial decorrem não só da exigência das suas cartas de ética.

Durante todo o dia de hoje os magistrados debruçam sobre compromisso ético dos juízes, ética e corrupção no judiciário e o perfil do juiz.

Por: Nautaran Marcos Có

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