O Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP) nega as acusações dos ocupantes do corredor ecológico de Quebo-Cuntabani (Parque Nacional de Dulombi), sobre o mandato de desocupação injusta.

Reagindo em conferência de imprensa, esta quinta-feira, o encarregado do programa do instituto da biodiversidade e das áreas protegidas, Abílio Rachid Said, disse que as habitações construídas nas zonas protegidas vão pôr em causa a boa circulação da fauna.

Esta semana, os populares daquela zona promoveram uma conferência de imprensa e acusam IBAP de abuso de poder e de ordenar as suas desocupações ilegais.

No entanto, sobre as plantações de caju e cultivo de empampam que obrigam a desmatação naquela zona, o técnico disse que estes factos merecem a preocupação do IBAP.

Entretanto, sobre o mesmo assunto, uma nota entregue à Rádio Sol Mansi, dá conta que existe no parque de dulombi e no corredor faunístico Quebo Cuntabani - respectivamente zonas classificadas para o desenvolvimento comunitário - habitação agricultura e exploração de recursos, e estão disponíveis para ocupação e utilização das comunidades residentes.

A mesma fonte conta ainda que as comunidades alvos de desocupação dispõem de informações de zonas onde devem passar a habitar e a praticar actividades agrícola.

O país, segundo o IBAP, tem classificado 26,3% de território em áreas protegidas e a subsistência (água alimento residências e escolas) provêm da exploração racional dos recursos da biodiversidade que devem ser bem gerido e mantido para suportar as gerações presentes assim como as futuras.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Ussumane Mané

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