Educação. ESE-UNIDADE “TCHICO TÉ” PROMETE ANALISAR EXIGÊNCIAS DOS ESTUDANTES EM REINVINCAÇÃO
A direcção da Escola Superior da Educação-Unidade “Tchico Té” promete analisar as exigências que estão a ser feitas, pela Associação dos Estudantes que é de manter 300 FCA para inscrição em provas de Recursos e não de 2500 FCFA.
A promessa foi transmitida hoje, depois de uma vigília realizada esta segunda-feira, a qual veio a culminar numa negociação facilitada pelos agentes das forças polícias, entre a Associação Académica e a Direção da Escola.
presidente da Associação Académica da Escola Superior da Educação-Unidade “Tchico Té”, Agostinho Fanda, exige da direção, a devolução do dinheiro dos estudantes que se inscreveram no valor de 2500 fcfa para fazer exames de recurso.
“Não chegamos ainda um consenso com a direcção da escola, mas nos prometeram que vão reunir para analisar as nossas exigências, que é de manter os 300 fcfa para inscrição em provas de recursos e não 2500 fcfa como querem”, explicou Agostinho.
Sobre os esforços feitos pelas forças policias, para que haja uma negociação entre a direção da escola e a Associação dos estudantes, foi destacado pelos estudantes, mas lamentam que este devia ser o papel da escola, mas, e agradecem o esforços dos agentes da ordem.
“Quando houve problema, objectivo principal é dialogar e encontrar soluções, mas isso não foi caso, as forças policiais que vieram para manter a seguração é que promoveram a negociação, é uma vergonha” diz Agostinho Fanda.
Entretanto, André Có presidente de Conselho Técnico Pedagógico desta referida escola de formação dos professores, justificou o motivo do aumento do custo para acesso ao Recurso e disse que tal se prende com a falta de apoio por parte de governo.
“Voltamos com o preço anterior que é de 2500 FCFA, devido a falta de apoio financeiro por parte do Ministério da Educação” afirmou André Có.
Associação Académica da Escola Superior da Educação-Unidade “Tchico Té” ameaça voltar com a vigília em frente a escola, caso a resposta não for satisfatória.
Por: Turé da Silva
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