UMARO SISSOCO EMBALO PROMETE AJUDAR NO SENTIDO DE AGILIZAR A SITUAÇÃO DOS VISTOS PARA PORTUGAL

O Presidente da República promete orientar o chefe da diplomacia guineense a encetar contatos com as autoridades portuguesas, no sentido de agilizar a situação dos vistos que têm suscitado polémica nos últimos tempos na embaixada de Portugal, em Bissau.

“Vou orientar o ministro dos negócios estrangeiros para falar com o seu homólogo português”, prometeu o chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, no aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, antes de deixar o país com destino a Portugal para a visita oficial de três dias.

Presidente Embalo acompanhado no aeroporto pela ministra do Interior e o ministro da Defesa Nacional deixou claro que a iniciativa é um pedido, não uma obrigação de emitir vistos aos cidadãos nacionais que querem viajar para Portugal

“Há uma regra para obtenção de visto, caso contrário o próprio Portugal vai entrar em confronto com os países de schengen, mas de qualquer das formas, vou tê-lo na linha da minha preocupação e vamos manifestar o interesse a autoridades português para ver como possa ajudar em agilizar mas não os impor a fazer como queremos”, explica.

Em relação a situação dos combatentes portugueses residentes em Bissau, que lutaram durante a guerra da Independência contra os combatentes nacionais, o chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, promete dar apoio para que as autoridades portuguesas criem pelo menos uma antena de atendimento aos que lutaram do lado oposto aos nacionalistas guineenses.

Sobre o grupo dos estudantes e ativistas e trabalhadores guineenses residentes em Portugal que manifestam contra a sua visita, o presidente Embalo, desconsidera esta posição, tendo no entanto considerado a atitude de encomenda.

“São guineenses falhados, como sabem em toda a sociedade, há pessoas complexadas, todos os guineenses tinham que orgulhar de o presidente da República vai realizar uma visita de Estado, eu sou primeiro presidente da República a realizar uma visita de Estado a Portugal, portanto, não me preocupo com pessoas encomendadas e pagas, o essencial são os que vou visitar”, assegurou.    

O grupo denominado “Movimento Firkidja di Púbis”, através de uma carta enviada ao Chefe de Estado, ao presidente da Assembleia da República e ao Primeiro-Ministro português, manifestam as suas profundas indignação perante o apoio que o Estado português tem prestado ao Chefe de Estado Guineense Umaro Sissoco Embaló.

Por: Braima Sigá

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