TÉCNICOS DE SAÚDE LIGADOS A COVID-19 EM GREVE DE 15 DIAS

Os técnicos de saúde ligados a covid-19 no hospital Nacional Simão Mendes iniciaram esta terça-feira, a greve de quinze dias para exigir do governo o pagamento de sete meses de subsídios em atraso.

A paralisação iniciada hoje pode comprometer o normal funcionamento do maior centro hospitalar do país segundo os planos da greve anunciado pelo colectivo dos técnicos de saúde.

Admilson Mendes reconheceu que a greve iniciada tem a ver com a falta de atenção aos técnicos de saúde em causa por parte das autoridades governamentais do país.

“A negociação foi sempre primeiro recurso, não surtiu nenhum efeito, tínhamos anunciado a paralisação para hoje e não houve nenhuma diligência por parte do patronato”, afirmou Admilson Mendes porta-voz do grupo.

Apesar de os números de infecção com a covid-19 terem reduzido nos últimos tempos no país, o técnico alerta para maior consequência que a greve pode criar para as outras patologias que recorrem a serviço de covid-19.

“Queremos fazer as pessoas compreender que as nossas reivindicações podem prejudicar outros doentes que necessitam do nosso serviço, tal como doentes com doenças respiratórias”, disse o porta-voz afirmando que a paralisação do serviço de covid-19 terá consequências graves.

Admilson Mendes apela à maior compreensão da população pelos contornos que a paralisação irá provocar.

“Quero que a população em geral compreende que estamos a viver numa situação muito difícil”, afirmou.

O centro de atendimento da covid-19 no Hospital Nacional Simão Mendes, encontra-se paralisado nas primeiras horas desta terça-feira.

A Rádio Sol Mansi soube que apesar da greve anunciada pelo colectivo de técnicos continua a funcionar a meio gás o serviço de triagem no mesmo centro de atendimento.

Por: Ussumane Mané

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