SINJOTECS E ONG IANDA GUINÉ LANÇAM PROJETO SOBRE REGULAMENTAÇÃO DOS MÉDIA
O Sindicato de Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS) e ONG Ianda Guiné fizeram hoje, a apresentação pública do relatório síntese do anteprojecto de lei, sobre a regulamentação do sector comunitário de Comunicação Social.
O relatório que foi hoje restituído é um instrumento que visa a partilha informação e de ideias para a sua melhoria e para regularizar os caminhos legais da Comunicação Social.
Na abertura do trabalho, o Presidente de Consorcio de Media Inovações, Comunicação Social (CMICS), Demba Sanhá, em representação da Rede Nacional das Rádios Comunitários (RENARC), considera que é um instrumento importante que vai regular e ajudar a definir melhor, os caminhos legais para a existência e para os serviços comunitários.
“É um importante instrumento que vai regular e vai ajudar definir melhor os caminhos legais, para a nossa existência para o serviço comunitário que nós desenvolvemos para a dinamização da comunicação de proximidade e para a contribuição, do desenvolvimento e bem social da população guineense. Ao longo dos anos isso foi um sonho, que a Rede Nacional das Rádios Comunitários (RENARC) tem andando a procurar tanto que nós achamos que já estamos a chegar uma realidade e deste sonho, pelo que esperamos que este documento será aceite pelas autoridades, será aceite pela classe e assim podendo ser um documento legal que possa nos guiar, que possa nos defender em todas as circunstâncias legais”, explica.
Fátima Tchuma Câmara, vice-Presidente da Sindicato de Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS), espera uma maior divulgação deste documento, porque segundo ela, só conhecendo, divulgando um instrumento é que realmente se pode fazer dele um documento válido.
“Quanto ao documento o sindicato espera uma maior divulgação, porque só assim, só conhecendo, divulgando um instrumento é que realmente poderemos fazer dele um instrumento válido, como é do conhecimento de todos, os órgãos da comunicação social a comunitária foram criados na Guiné-Bissau sem uma base legal é de conhecimento de todos que é um instrumento importante, mas esta importância que os órgãos comunitários tem não iliba de ter um instrumento legal que baliza o seu funcionamento”, sustenta.
A apresentação deste relatório sobre a regulamentação do sector Comunitário de Comunicação Social está no quadro da Quinzena dos Direitos Humanos.
Por: Bíbia Mariza Pereira
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