Setor educativo: PRESIDENTE DO SINAPROF ACUSADO DE TER AGREDIDO COM SOCO NA CARA O HOMÓLOGO DA FREPAPROF

O presidente da Frente Nacional dos Professores (FRENAPROF), Sene Djassi intenta uma queixa-crime contra o presidente do Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), Domingos de Carvalho, por este o ter agredido fisicamente na via pública.

Segundo Sene Djassi a agressão terá acontecido na passada sexta-feira, depois de um debate realizado na Rádio Popular FM, e onde Domingos Carvalho teria tomado esta posição, porque supostamente foi acusado de ser o porta-voz do governo.

Hoje, em conferência de imprensa, Sene Djassi, presidente do FRENAPROF nega estas acusações e diz esperas que durante o processo judicial sejam apresentadas as provas concretas sobre o caso.

“De repente senti socos no meu rosto e como estava ao telefone perdi o equilíbrio, estava tão assustado que tive que correr. Ele disse que foi acusado de ser o porta-voz, mas quando chegarmos à autoridade vai ter que provar estas acusações”, explica o sindicalista Sene Djassi.

Sobre estas mesmas acusações, a Rádio Sol Mansi falou com o presidente do SINAPROF, Domingos de Carvalho que preferiu falar só num outro momento.

No entanto, ainda em conferência de imprensa, Yasser Turé, vice Secretário-Geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG), condena o ato pede ao governo para tomar medidas concretas contra “este tipo de comportamento”.

“Se os políticos não conseguem resolver os problemas da sociedade guineense, então que não instrumentalizam a sociedade porque já vimos esta situação nos anos passados, e cada dia e ano a pobreza aumenta no país e é visível aos olhos de todos”, sustenta Yasser.

O sindicalista pede a Confederação dos Sindicatos Independentes e o SINAPROF a tomarem medidas contra Domingos de Carvalhos.

“Não vamos parar ao nível nacional, vamos informar todos os nossos parceiros internacionais, porque o sindicato é uma união e dentro de uma união estes atos não têm lugar”, avisa Yasser Turé.

O líder da UNTG diz ainda que a sua organização está “farta” de agressões que os seus membros estão a ser alvos.

“Todos sabemos que neste país não existe a justiça social, nem no trabalho, no salário e nem na justiça, mas chegou a hora de implementarmos a justiça social, porque se continuarmos com estas atitudes os políticos por e simplesmente querem nos colocar em desespero para que no fim ficamos à sua própria vontade”, lamenta o dirigente da UNTG.

Durante a coletiva à imprensa estavam presentes os presidentes da Frente Comum e Frente Social, que igualmente exigem tomada de medidas que visam desencorajar atos do género, e por isso esperam que a justiça seja célere.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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