PUN PEDE QUE A DIVERGÊNCIA A VOLTA DA CONFIGURAÇÃO DA CNE SEJA RESOLVIDA NA JUSTIÇA

O líder do Partido da Unidade Nacional (PUN), Idriça Djaló, disse que uma das formas para resolver a discordância em relação ao secretariado da Comissão Nacional das Eleições, deve ser através do Supremo Tribunal de Justiça.

Idriça Djaló falava, hoje, em conferência de imprensa onde abordou a atual situação política e social do país. Segundo ele, e perante esta situação, nem a Presidência da República, nem o parlamento e nem os partidos políticos representados neste hemiciclo, têm a competência de dirimir (solucionar) o contencioso emergente no seio dos políticos guineenses.

Djaló, considera a situação prevalecente de insignificante, e, chama a atenção ao que poderá sair desta situação e as consequências que poderá advir e que colocar pôr em risco a vida no país.

“(...) Em vez de se estar até pôr o país em conflito, a lei diz se existir um problema de interpretaçao devemos ir ao tribunal constitucional”, aponta.

Idriça Djaló disse igualmente que os partidos políticos representados no parlamento poderiam resolver esta situação antes mesmo da queda do parlamento.

Entretanto, sobre a decisão do Supremo Tribunal de Justiça que extingue os 28 partidos políticos, incluindo o próprio PUN, Idriça Djaló diz que existem artigos na lei, que vetam esta tomada de decisão.

“Entendemos por bem que este foi um erro do Supremo Tribunal que vai ser corrigido o mais rapidamente possível”, sustenta.

Sobre o processo do recenseamento eleitoral que oficialmente começa, amanhã, em Bissau, Idriça Djaló pede aos guineenses para aderirem a campanha, com vista a tomada de decisões sobre o futuro do país.

“O importante é que o país tem que fazer o recenseamento, porque sem o recenseamento, mesmo querendo realizar a eleição não vamos conseguir, vamos fazer o recenseamento de raiz. O problema que existe é para buscar mecanismos de encontrar soluções para ultrapassar a situação”, alerta.

O processo do recenseamento eleitoral começa oficialmente amanhã e os guineenses são chamados a participarem neste evento, e que culmina com a realização das eleições legislativas no país, sem data marcada.

 

Por: Bíbia Mariza Pereira

Imagem: Internet

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