PRESIDENTE DO PAIGC VOLTA AO PAÍS CRITICANDO A ACTUAL LIDERANÇA DO PAÍS

O Presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Caboverde (PAIGC) disse, hoje (12), que a recessão do um dirigente político ao chegar o seu país com gazes lacrimogénios significa que quem assumiu a liderança do país não percebe nada.

“Um cidadão guineense que chega ao seu país e que merece granada de gás lacrimogénio para impedir que o povo saiba que um dirigente político está cá, faz-me vergonha, faz-me vergonha, significa que quem assumiu a direcção deste país [Guiné-Bissau] não percebe aquilo que é dirigir um país, e isso faz-me vergonha”, afirmou Domingos Simões Pereira na sua primeira reacção só para Rádio Sol Mansi ao pisar a sede nacional dos libertadores no centro da cidade, a escaços metros da presidência da República, totalmente invadida pelas forças de segurança que, no entanto, espancaram e lançaram gazes lacrimogénios contra os militantes e simpatizantes para evitar aglomerações na sede do partido.

Várias pessoas foram levadas para hospital para o atendimento médico incluindo jornalistas, Adão Ramalho (da Rádio Capital FM) vítima de agressão física e Jacimira Sia (do Jornal Donos da Bola) atingido com gás lacrimogénio lançada no perímetro da sede.

Chegada do líder do PAIGC no princípio desta tarde, após um ano em Portugal, ficou marcada com aplausos das pessoas que se encontra na berma da estrada e buzinas dos motoristas ao longo da avenida dos Combatentes da Liberdade da Pátria até ao sedo nacional do partido.

 

Por: Braima Sigá

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