Política: APU-PDGB DEFENDE FUNCIONAMENTO DA COMISSÃO PERMANENTE DO PARLAMENTO GUINEENSE
A Aliança de Povo Unido, Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), defende o funcionamento da comissão permanente da Assembleia Nacional Popular e carrega as responsabilidades sobre o presidente da república face à situação em que se encontra o parlamento guineense.
A posição do APU-PDGB, surgiu esta terça-feira (26 de março de 2024) dias depois do ministério do interior através do Comissariado Nacional da Polícia de Ordem Pública ter ordenado a reabertura das portas da Assembleia Nacional Popular bloqueada já há cerca de quatro meses.
Em reação a esta situação, o Secretário Nacional do APU-PDGB (Aliança de Povo Unido, Partido Democrático da Guiné-Bissau) o quinto partido representado no hemiciclo guineense dissolvido por Umaro Sissoco Embaló, Augusto da Costa, exige a explicação do chefe de estado sobre as razões Do bloqueio do parlamento.
“Eu penso que com esta situação quem deve primeiro explicar ao povo sobre as razões da queda do parlamento e bloqueio do seu funcionamento é o próprio presidente da república”, apontou o político considerando que é da responsabilidade do chefe de estado sobre a atual situação da casa do povo.
Na semana passada foram reabertas as portas do hemiciclo liderado pela coligação vencedora das últimas eleições legislativas para o funcionamento da parte administrativa e sem realização de sessões parlamentares.
No entanto, perante este fato o Secretário Nacional do partido liderado pelo antigo primeiro-ministro, Nuno Gomes Nabiam, defende o funcionamento pleno da comissão permanente da ANP.
“É preciso permitir o funcionamento da comissão permanente neste momento, e outros aspectos administrativos são importantes, mas neste momento o nosso partido é da opinião de permitir o funcionamento da Assembleia”, defendeu.
As reações do APU-PDGB, surgem dias depois da reabertura de portas da Assembleia Nacional Popular e numa altura em que decorre no país as atualizações do caderno eleitoral para as próximas eleições sem data marcada.
Por: Ussumane Mané
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