PAIGC DESCONHECE BASE LEGAL DA DECISÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA PARA DISSOLVER O PARLAMENTO
O líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC) afirma que a decisão assumida pelo presidente da república em dissolver o parlamento “ é uma decisão que a lei lhe confere apesar de desconhecer se foi tomada com plenitude de direitos constitucionais”.
O líder do PAIGC, remeteu para mais tarde um comentário político sobre estes assuntos, e quando questionado sobre a realização do congresso do partido, tendo em conta as próximas eleições marcadas para 18 de Dezembro, garante que o seu partido sempre estará a altura dos desafios que lhe são colocados.
“ Aquela decisão (de dissolver o parlamento) compete ao Sissoco Embaló, não sei se o tomou com as plenitudes constitucionais”, diz acrescentado que o seu partido estará sempre a altura dos desafios que lhe são colocado, isso referindo-se a realização do congresso do partido.
Domingos Simões Pereira foi interpelado, esta manhã, pela Rádio Sol Mansi depois da missa do corpo presente do falecido padre Cristiano Urolis na Sé Catedral de Bissau.
Na mesma senda, um dos seus dirigentes Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático da Guiné-Bissau Augusto Mendes disse que seu partido está a trabalhar para os grandes consensos nacionais, aproximações políticas, salvaguarda da paz e desenvolvimento da Guiné-Bissau.
“ Acompanhamos sempre uma decisão soberana do presidente da República no seu relacionamento com as instituições da República”, afirmou, adiantando que seu partido está sempre a participar no processo da governação, da gestão política do país, contribuindo para que a governação responda os anseios do povo.
O Movimento para Alternância Democrática MADEM G-15 promete reagir sobre o assunto numa conferência de imprensa enquanto o PRS não quis pronunciar-se sobre o assunto.
Por: Marcelino Iambi/Redacção
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