PACIENTES DO HOSPITAL NACIONAL SIMÃO MENDES 4 DIAS SEM COMIDA

Os pacientes do Hospital Nacional Simão Mendes estão já há 4 dias sem comida, que habitualmente é atribuída pelo hospital devido a greve geral na função pública.

Segundo o Administrador Celestino Francisco Mendes, o hospital prepara a cozinha através da receita interna, “mas devido a greve na administração pública que afecta o sector, as receitas não cobrem as despesas diárias de cerca 200.000 francos CFA para preparar a comida aos pacientes.

“Completa hoje 4 dias que não cozinhamos, isso tem a ver com a greve da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) que decorre de terça à quinta-feira, portanto, o nosso serviço funciona somente de segunda à sexta-feira, isso faz baixar drasticamente a nossa receita interna”, revelou para depois realçar que “se não houver receita interna, não pode haver comida dentro do hospital, porque a cozinha de um hospital se vive das receitas internas. Gastamos por dia 128.000 mil francos CFA só para a cozinha sem contar com a compra de óleo, ingredientes e o com arroz. Dois a três dias, somos obrigados a comprar botija de gás que custa 57.270 francos CFA”.

Celestino Francisco Mendes exorta o governo, a accionar mecanismos para acabar com as constantes paralisações que afectam diferentes instituições públicas do país.

“É urgente que o governo resolva o problema de greve de uma vez, porque está afectando as diferentes instituições públicas do país”, exortou Celestino Francisco Mendes.    

Refere-se que, os técnicos do HNSM aderiram a greve das duas maiores centrais sindicais do país, União Nacional dos Trabalhadores da Guiné e Confederação Geral dos Sindicatos Independentes que reivindicam melhores condições laborais, que em princípio deveriam entregar hoje ao governo, um pré-aviso da nona vaga de greve a iniciar a 2 de Março de 2020.

Por: Quina Nhaté

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più