MADEM-G15 DIZ SER A ÚNICA FORMAÇÃO POLÍTICA CAPAZ DE RESOLVER OS PROBLEMAS DA GUINÉ-BISSAU

O coordenador nacional do Movimento para Alternância Democrática (MADEM G15) e igualmente cabeça da lista para as legislativas de 4 de junho, Braima Camará, assegurou no Sul do país que a sua formação política é a única formação capaz de resolver os problemas de todos os guineenses.

A afirmação foi feita no comício popular realizado em Cubucaré, sector de Cacine, região de Tombali e que também encerrou a digressão do coordenador do Madem-G15, Braima Camará à província do Sul.

Camará afirma que “o Madem-G15, não surgiu por aventura, mas sim para libertar e resolver todos os problemas dos guineenses, por isso, a nossa formação política está em combate por várias frentes. As pessoas entendem que o único alvo a abater é MADEM e Braima Camará, porque sabem que eu não sou da brincadeira se alguém retirar o que não é dele então vai devolver”, afirma a cabeça de lista da segunda maior força política nas últimas legislativas.

No mesmo comício em Cassaca, local emblemático do partido libertador. Ou seja, foi o palco da primeira reunião do Comité Central do PAIGC, “Bá de Povo” como é vulgarmente conhecido na política assegurou que não é a força que vai desenvolver a Guiné-Bissau, para desenvolver a Guiné-Bissau é preciso jeito e sofrimento.

“Anciões e juventude de Cassaca, é chegada a hora de libertar a Guiné-Bissau, a Guiné-Bissau ganhou a liberdade na sua independência mas, não ganhou a liberdade no seu desenvolvimento, nas escolas, nas infra-estruturas, na agricultura onde está as máquinas e tractores prometidos no primeiro congresso [do PAIGC], quando [Amílcar] Cabral dizia que o nosso país vai ser o celeiro da África, porque a nossa economia está assente na agricultura, vocês tinha um outro sonho na altura, todos nós pensávamos que depois da independência o nosso país seria o mais desenvolvido no mundo, porque as coisas começava bonito, nos primeiros seis anos da independência havia vários fábricas, Senegal e Gâmbia viam a guiné ver o modelo de desenvolvimento da Guiné-Bissau, onde estão hoje? É o que a nossa formação política vem para devolver aos guineenses”, diz a cabeça de lista do MADEM-G15 para escrutínio de 4 de junho.

Nos três grandes comícios realizados na província sul, regiões de Quinara e Tombali, Braima Camará utilizou quase como a sua bengala no comício a exploração dos recursos naturais para sobrevivência e desenvolvimento da Guiné-Bissau.

“Temos a riqueza na terra e quem não tem garantia é que dificulta, a Guiné-Bissau é uma terra rica, por isso que os combatentes da liberdade da pátria cercaram os portugueses para preservar a nossa riqueza naturais e se Madem-G15 ganhar as legislativas de 4 de junho, eu enquanto primeiro-ministro vamos explorar os nossos fosfatos, Bauxite, petróleo, areia pesada e a própria castanha de caju que vão passar a ser transformado localmente para gerir emprego e combater a pobreza na Guiné-Bissau”.

Em relação a questão da presente campanha de comercialização da castanha de caju, atual maior produto agrícola de exportação na Guiné-Bissau. Em Cubucaré finalmente, Braima Camará aconselhou os produtores a não guardarem a castanha, porque este ano, o produto não vai ter um bom preço com a atual conjuntura política e social do mundo.

“Aconselha vos à vender a castanha de caju, restam duas semanas para o escrutínio, eu sou comerciante e ninguém tem o maior conhecimento do mercado do que eu, mas por causa da política não vou vos enganar que o produto vai custar 1000 francos CFA por quilograma este ano, porque próprio o Senegal, a Guiné (Conacri) que dantes não cultiva caju agora são cultivadores e com a crise mundial afectada com a guerra na Ucrânia, preço dos transportes aumentou automaticamente o poder da compra caio, com o atual contexto, este ano o preço da castanha não vai valorizar por isso aproveitam vender o produto e se ganharmos as legislativas vamos encontrar a solução da castanha de caju na Guiné-Bissau”.

Num outro discurso popular que marcou a sua digressão ao sul, concretamente no sector de Catió, região de Tombali, Braima Camará diz que “depois de 100 dias da governação se ganharmos legislativas de 4 de junho, a região de Tombali vai sentir o impacto da governação porque o executivo vai ser formado por homens de fato-macaco, governo trabalhador, em que os objetivos e metas vão ser fixado e avelhado de acordo com a evolução dos trabalhos”.

Camará assegura que o seu executivo vai fazer a “reforma significativa no sector da educação, saúde e agrícola, a agricultura é a base da nossa economia, mas hoje ninguém quer fazer a agronomia”.

“Nós MADEM, se ganharmos as legislativas vamos revolucionar estes sectores, a partir do dia 4 de junho o comboio de desenvolvimento vai arrancar na Guiné-Bissau”, prometeu a cabeça de lista do Movimento para Alternância Democrática.

Camará promete, no entanto, criar polos universitários e centros de formação técnicos profissional no Tombali, “porque é o curso que desenvolve qualquer país do mundo é o que vos assegura jovens de Catió”.

Já em Batambali, secção de Empada, região de Quinara, palco do seu primeiro discurso popular na digressão que terminou no sábado na Província Sul, Camará afirmou que “o único candidato entre todos que concorrem para o cargo do primeiro-ministro nas legislativas de 4 de junho, com a condições e capacidade de continuar a mobilizar os fundos para o desenvolvimento da Guiné-Bissau junto com o chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, sou eu, Braima Camará, e o dia 4 é a única oportunidade para concretizar este sonho para resolver de forma definitiva os problemas de região de Quinará, Sul e da Guiné-Bissau definitivamente”.

 

Por: Braima Sigá

Imagem: Internet

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