LIBERDADE DE IMPRENSA. GUINÉ-BISSAU CAIU TRÊS LUGARES NO RANKING

A Guiné-Bissau caiu três lugares de 95 para 92 no ranking sobre a liberdade de imprensa, segundo o relatório do Índice Mundial da Organização Repórteres Sem Fronteira (RSF).

O Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa, que avalia as condições para o exercício do jornalismo em 180 países e territórios, relata os fatos de violação ocorridos em 2022 com os seus efeitos desastrosos no casos informacional.

Perante esta situação, o Bastonário da Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau, António Nhaga, disse que esperava uma queda mais alta do país em relação a posição que o país apresenta, isto pelas violações e a situação que tem acontecido no Guine-Bissau.

“Para nós da ordem, isso demostra o que esperamos contudo é pouco porque esperavamos uma queda 7, 8 ou 10 lugares porque o que tem acontecido na Guiné-Bissau demostra que o país não é democrático”, revelou Nhaga.

A Confederação Nacional das Organizações de Imprensa (CNOI) na voz do seu porta-voz numa entrevista telefónica, Seco Balde Vieira, disse que a queda da Guiné-Bissau na liberdade de imprensa se deve ao relacionamento entre autoridades e os profissionais da comunicação.

“Deve-se a vários fatores porque se vejamos estes fatores têm a ver com o relacionamento entre a comunicação social e autoridades uma vez que cada parte tem a sua quota neste processo”, assegurou Balde.

Para inverter a tendência negra que emsombra o país, o bastonário da Ordem dos Jornalistas pediu para não se criar ódio, para isso, “a classe política deve fazer a política não o espancamento e rapto”.

“Os governantes devem tomar todas as precauções neste caso para inverter a situação. A classe política deve fazer politica e não imiscuir no trabalho dos jornalistas”, sublinho António Nhaga.

Para Seco Baldé Vieira, deve haver um relacionamento forte entre a comunicação guineense e as autoridades para inverter a tendência.

“O que deve ser feito e a criação de um relacionamento forte entre os jornalistas e diretores dos órgãos de comunicação social tanto público como privado porque na realidade demostra que cada setor deve valorizar o outro”, acrescentou Seco Vieira.

Em 2021 a Guiné-Bissau ocupava 95 lugares na edição do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa estabelecido pela RSF e em 2022 caiu para 92 lugares.

Por. Marcelino Iambi

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