LGDH DENUNCIA SITUAÇÃO CAÓTICA DOS DIREITOS HUMANOS

 

O Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) da Guiné-Bissau considera caótica a situação dos direitos humanos na Guiné-Bissau nos últimos cinco (05) anos.

Augusto Mário da Silva fez esta consideração, ontem (09), durante uma entrevista no programa “Hora de Sol Mansi”, da Rádio Sol Mansi (RSM). O activista de direitos humanos disse que esta situação tem impacto negativo na vida das pessoas que são negadas os seus direitos que assegurem as suas dignidades.

Augusto Mário denuncia ainda que os cidadãos guineenses são impedidos de exercer suas liberdades de circulação e de manifestação, sustentando que pessoas são perseguidas só pelo facto de terem exprimido os seus pensamentos.

Uma das provas sobre a violação de certas liberdades é o recente sequestro e espancamento do deputado da nação Marciano Indi, que o presidente da liga espera o apuramento da responsabilidade sobre atores morais e materiais deste ato que só veio demostrar o retrocesso que o país vem dando sobre algumas conquistas que haviam sido alcançadas…

O presidente da organização que luta pelos direitos humanos na Guiné-Bissau fala em desordem, descoordenação e arbitrariedade reinante no país…

As questões dos direitos humanos é muita das vezes preocupação das organizações que zelam pelos direitos humanos. O país ainda carece de tribunais, a população critica que a justiça é morosa e por vezes não é feita. As prisões do país não têm condições para albergar os presos que aguardam pela justiça e a mesma situação é denunciada recentemente pelo corpo da Guarda Prisional da Guiné-Bissau.

A Guiné-Bissau, a par de Angola, são os dois países lusófonos que estão entre os piores classificados em termos de liberdades políticas e civis, segundo organizações internacionais.

 

Por: Redação

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