JOVENS CRITICAM FUNCIONAMENTO DE SERVIÇOS CONSULARES NA GUINÉ-BISSAU
A Coligação da Juventude dos Países Africanos da Língua Portuguesa (PALOP) reconhece as dificuldades da juventude guineense no acesso aos diferentes serviços consulares no país e, segundo a organização, este fato está a criar entreves até nas questões de mobilidade.
A preocupação manifestada, hoje, pelo secretário executivo da cimeira internacional de jovens com as embaixadas (CIJE) sob o lema “Mobilidade Inter-geracional no século XXI”. O referido evento terá lugar nos dias 24 e 25 deste mês, em Bissau.
Em entrevista à Rádio Sol Mansi (RSM), Suaré Baldé disse que a referida cimeira visa quebrar os obstáculos enfrentados em diferentes serviços de sessões consulares da Guiné-Bissau, e, portanto, pretende-se quebrar estas barreiras nestas instituições.
“Por isso convocamos todos os embaixadores acreditados na Guiné-Bissau para discutirmos não só questões de mobilidade mas, da acessibilidade aos serviços prestados pelas embaixadas”, explica.
Suaré apelou os jovens para colocarem em prática todas as suas capacidades em prol do bem-estar da classe, “apesar de não estarmos a ser apoiados pelo nosso Estado”.
“Os jovens devem fazer e impôr as suas agendas independentemente do local onde vivem. Os jovens devem exigir melhoria de diferentes serviços públicos e exigir melhor gerência do bem comum”, sustenta.
A coligação da juventude dos PALOP é uma plataforma juvenil da lusofonia africana que congrega associação e pessoas singulares dos PALOP movida pelos seus valores irreversíveis, o associativismo, coragem a neutralidade político- partidário e irmandade.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos
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