IBAP CONFIANTE QUE ARQUIPÉLAGO DE BIJAGÓS SERÁ RECONHECIDO COMO PATRIMÓNIO MUNDIAL DA UNESCO
A Diretora do Instituto da Biodiversidade das Áreas Protegidas (IBAP), Aissa Regalla, garante que desta vez a candidatura do Arquipélago de Bijagós ao Património Mundial da UNESCO vai ser validada.
A garantia foi dada, esta quinta-feira, em Bissau, Por Aissa Regalla, depois da abertura do seminário da apresentação do documento de candidatura do Arquipélago de Bijagós ao Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
A Diretora do IBAP afirma que já analisaram e responderam a cada uma das recomendações dadas pela UNESCO, por isso esta será a vez da Guiné-Bissau.
“A primeira candidatura apresentada em 2012 tinha várias falhas em relação à delimitação de alguns documentos jurídicos estratégicos, e também ver a como é que este bem pode se manter ao longo prazo, então a UNESCO emitiu recomendações e nós tentamos analisar cada uma destas recomendações e responder essas recomendações”, explica.
Em 2012, a Guiné-Bissau já tinha apresentado a primeira candidatura ao Património Mundial da UNESCO, mas não foi reconhecida e esta será a segunda tentativa.
Já no ato da abertura do mesmo seminário, o ministro do ambiente, Biodiversidade e Ação Climática do governo da iniciativa presidencial, Viriato Cassamá, promete empenhar-se para que desta vez a candidatura do Arquipélagos dos Bijagós seja validada.
“Quero afiançar que o Ministério do Ambiente, Biodiversidade e Ação Climática, irá continuar a trabalhar afincadamente para que após a submissão oficial do dossier da candidatura da reserva de Biodiversidade do Arquipélagos de Bolama Bijagós ao sítio natural do património mundial da humanidade na sede da UNESCO, em Paris, no dia 1 de Fevereiro deste ano, e continuar com o processo advocacy junto dos seus pares para que desta vez a candidatura seja validada”, sustenta
A Guiné-Bissau ratificou a convenção para a proteção do património Mundial e Naturais em 28 do mês de Janeiro de 2006. Enquanto parte desta convenção, o país comprometeu-se em identificar os próprios bens no território nacional que possam ser inscritos na lista do património mundial.
Por: Turé da Silva
Imagem: IBAP
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