GUINÉ-BISSAU LONGE DE ATINGIR META ESTIPULADA PARA A REDUÇÃO DA INFECÇÃO DE VIH/ SIDA

A Secretária executiva do secretariado Nacional da Luta Contra Sida disse que a Guiné-Bissau está longe de atingir o pico da redução da infecção do VIH/SIDA.

Fatumata Diarai Djaló que falava à Rádio Sol Mansi sobre a situação da epidemia no país, disse que a sua instituição carece de meios financeiros para dar resposta rápida aos infectados, facto que está a dificultar na redução da epidemia no país.

“A leitura que eu fiz depois de um ano da minha liderança nesta instituição, é que estamos longe ainda de atingir a meta até 2030 devido a falta de coordenação da resposta nacional por falta de financiamento, então, por isso, não podemos atingir a meta estipulado pela Organização das Nações Unidas”

Na semana passada, os líderes mundiais ligados à saúde pública estiveram reunidos onde se falou da nova agenda para travar os efeitos da Sida até 2030.

Segundo a ONU, a Guiné-Bissau não está num bom caminho para acabar com a epidemia da SIDA como uma ameaça pública até 2030.

Entretanto, sobre a prevenção da doença no país, a responsável disse que é necessário apostar na forte sensibilização e fazer com que a instituição funcione.

“Não temos nenhuma entidade que vai encarregar da sensibilização, através das programas radiofónicos, distribuição de preservativos, e isso passa necessariamente a fazer um trabalho profundo”

A prevenção já não existe há muitos anos no país, afirmou Djarai Djaló.

Segundo os dados estatísticos, na Guiné-Bissau desde 2019 são 46 mil infectados da doença entre os quais 16 mil estão em tratamento.

As regiões com mais números de infectados da doença são Bafatá e Gabú leste da Guiné-Bissau.

Por: Ussumane Mané

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