GUINÉ-BISSAU E NAÇÕES UNIDAS CRIAM AÇÕES PARA IMPULSIONAR A IMPLEMENTAÇÃO DOS ODS

O Governo da Guiné-Bissau e Nações Unidas estiveram reunidos, hoje, na primeira reunião Bianual do Comité de Direção conjunto que visa impulsionar o processo do desenvolvimento e de consolidação da paz.

O encontro, que se realiza a cada dois anos, visa a apresentação dos resultados de 2022 da ONU, aprovação do plano de trabalho do quadro de cooperação para 2022 e apresentação dos investimentos do Fundo de Construção da paz e da direção estratégica no país.

Na abertura do encontro, a Ministra do Estado de Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Suzi Barbosa, considera que é importante que o país proceda a implementação dos pontos constados no documento.

“Passou-se precisamente um ano desde que foi assinado este acordo de quadro cooperação entre mim e o anterior coordenador residente, e o objectivo é ver como se implementou no primeiro ano, quais foram os objectivos alcançados, quais foram talvez os não alcançados para corrigir e que na implementação do ano seguinte que se possa ter melhores resultados, é um acordo de quadro de cinco anos por isso é importante este seguimento bianual, de forma que nós consigamos sempre acompanhar a evolução”, disse a ministra guineense.

Ela sustenta ainda que foram feitos três quadros para a apresentação do resultado que tem a ver com o capital humano, com o desenvolvimento económico e também com a forma de governação, e “esta é uma forma talvez muito estratégica de acompanharmos o resultado, devia realmente estarmos a conseguir implementar o que são os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e também o que é a objetiva para agenda africana 2063”.

O Coordenador Residente da ONU, Anthony Ohemeng Boamah, afirma que este quadro da cooperação está alinhado com o plano nacional do desenvolvimento do país que é um instrumento essencial e é a base para orientar a contribuição das Nações Unidas para a realização da agenda para o Desenvolvimento Sustentável na Guiné-Bissau.

O quadro da cooperação, disse Anthony, é composto por três prioridades estratégicas.

“A primeira tem a ver com a governança transformativa, inclusiva que abrange o respeito pelo Estado de direito e a manutenção da paz. O segundo é a transformação económica estruturais, desenvolvimento sustentável e crescimento inclusiva de resiliente que não deixar ninguém para trás; e a terceira prioridade é o desenvolvimento do capital humano com ênfase na educação”, explica.    

O novo quadro de cooperação dos próximos cinco anos visa também colocar a nação da língua portuguesa nos caminhos da paz e estabilidade, no respeito pelos direitos humanos e promoção da igualdade do género com base no princípio de não deixar ninguém para trás.

 

Por: Bíbia Mariza Pereira

Imagem: Internet

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