GUARDAS PRISIONAIS ACUSAM MINISTRO DE JUSTIÇA DE CORRUPÇÃO

Os Membros do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional acusaram, esta sexta-feira (05), o Ministro da justiça de estar a bloquear verbas destinadas ao serviço prisional

Na conferência de imprensa, desta sexta-feira, Iazalde José da Silva, Presidente do Sindicato, disse que o actual ministro de justiça desrespeita o corpo de guarda prisional e conferência de imprensa demonstra o sofrimento e desprezo por parte da guarda prisionais, principalmente actual ministro.

Iazalde que diz que nenhuma prisão do país tem condições para receber pessoa humana lamentaram a falta de equipamentos e registo de dados de reclusos e visitantes.

Já o Secretario Nacional da Guarda Prisional, Demba Só, denuncia por sua vez que, o ministro bloqueio os fundos disponibilizados para as obras de requalificação de murro de vedação do estabelecimento prisional de Mansoa.

“O ministro é mestre de bloqueio. Fizeram um levantamento no centro prisional de Mansoa, no sentido de desbloquear dinheiro para as obras de requalificação de murro de vedação do estabelecimento prisional de Mansoa, o orçamento foi bloqueado justamente no Ministério e para o efeito de aquisição de fardamento”, acusa.

Para o Vice-Presidente, Domingos Crufa, o corpo do guarda prisional recebe cerca de quatro milhões mensalmente para os três centros de detenção e não10 milhões de francos.

Ele denunciou ainda os dez milhões de francos cfa que o ministro teria recebido.

O sindicato afirma ter recebido em cada mês cerca de quatro milhões de franco CFA em três centros de detenção.

Domingos diz que existe falta de iluminação, e pequeno-almoço e almoço são péssimos e, no entanto, pede a investigação por parte da Procuradoria-Geral da República.

Ministro nega acusações

Entretanto, o ministro da justiça afirma ter tentado, desde semana passada, um encontro com direção do referido sindicato mas sem sucesso.

No que refere as denúncias sobre a formação dos agentes da guarda prisionais no Brasil, Rui Sanha, diz que o convite por parte do Brasil sobre a formação em causa nunca foi feito formalmente.

O titular da pasta de justiça nega também ter algum envolvimento com o montante disponibilizado para alimentação destes agentes.

“Se tiverem prova do meu envolvimento então que tragam ao público”, desafia.

O sindicato ameaça paralisar, durante cinco dias “de 08 a 12” deste mês, todos os seus trabalhos para exigir do governo melhores condições laborais.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Bíbia Mariza Pereira

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