GREVE NOS SETORES DA EDUCAÇÃO E SAÚDE AINDA SEM SOLUÇÃO
A Frente Social, que engloba os sindicatos da Saúde da Educação, acusa o governo de falta de engajamento em resolver o problema da greve de três dias em curso. A greve ainda continua a ter impactos negativos nos hospitais e hospitais.
Estas acusações foram tornadas públicas numa entrevista telefónica à rádio Sol Mansi, esta terça-feira, pelo presidente do FRENAPROF igualmente membro da comissão negocial da greve.
Sene Djassi, contudo, confirma negociação com o governo na segunda-feira, que segundo ele não traz nada para o levantamento da greve de três dias.
“O quê está a falhar na negociação deve-se a falta de engajamento por parte do governo é assim que podemos resumir o assunto porque ontem no encontro negocial fomos confrontado com a presença de outros sindicatos fato que dificultou a negociação e que não traz nada para o levantamento da greve de três dias”, criticou o presidente do FRENAPROF.
O presidente do FRENAPROF acusa ainda o executivo liderado por Rui Duarte Barros de não importar com sofrimento do povo uma vez que não valoriza o setor da educação e saúde.
“Nos todos guineenses podemos compreender que esta atitude do executivo é um desprezo porque há muito tempo que o sindicato entregou pré-aviso de greve neste caso é desinteresse por parte do governo que não valoriza o setor da educação e saúde”, referiu Sene Djassi.
Questionado qual a condição mínima para o levantamento da greve em curso no setor social do país, Sene Djassi, disse que o sindicato espera do governo a calendarizar a forma de resolver os problemas.
“O que esperamos é que o governo calendarize a forma de resolver os problemas em funções de exigências e de necessidades porque todos os pontos são prioritários”, sublinhou o presidente do FRENAPROF, Sene Djassi.
Entre pontos em exigência, o sindicato insta o governo a melhorar as condições do trabalho nos hospitais e nas escolas do país.
Por: Marcelino Iambi
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