Greve da Frente Social: HOSPITAL NACIONAL “SIMÃO MENDES” REGISTA DOIS MORTOS NAS PRIMEIRAS HORAS DE HOJE

Dois mortos é o resultado do balanço das primeiras horas da greve de quatro dias convocada pela Frente Social no Hospital Nacional “Simão Mendes”.

A greve da Frente Social iniciada esta segunda-feira em todo o território nacional já resultou na morte de duas pacientes no Hospital Nacional “Simão Mendes”, segundo os relatos do diretor de serviço de urgência deste maior centro hospital do país, Bubacar Sissé, que disse na entrevista a RSM que a greve está a decorrer no Hospital “Simão Mendes” apenas com o serviço mínimo.

“É verdade que está em curso a greve convocada pela Frente Social, o resultado disso tudo foram registradas duas mortes durante a noite após o início da paralisação”, disse o técnico afirmando que neste momento estão no serviço mínimo afetando com um médico por cada serviço.

Bubacar Sissé preocupado com esta situação apela à compreensão da população porque pelo impacto da greve, porque segundo disse, estão neste momento com baixas do pessoal para atender as necessidades de utentes.

“É muito preocupante o sofrimento que a população passa perante esta greve, lamentamos, mas, não temos escolha compreendemos que na verdade os técnicos estão a reclamar os seus direitos”, reconheceu o Sissé apelando à compreensão da população.

Segundo a nossa constatação, foi denotada a sobrelotação dos doentes que procuram serviços do Hospital Militar Principal, devido à greve nos hospitais públicos.

Entretanto, ao reagir às primeiras horas da greve, Ioiô João Correia afirma que até este momento, a organização não recebeu nenhum sinal de negociação por parte do governo.

“Confirmado a greve, todas as nossas estruturas estão a trabalhar neste momento na recolha de informação sobre aderência de greve e até neste momento não recebemos nenhuma informação sobre possível negociação para o levantamento da greve”, afirmou o porta-voz da Frente Social Ioiô João Correia num balanço das primeiras horas de paralisação.

Foram constatadas pouca procura pelo hospital e, quase um total deserto neste que é o maior hospital público do país, devido à greve da Frente Social iniciada esta segunda-feira.

Já a nível da educação as aulas estão a funcionar, apesar da nossa reportagem não ter registado a reação de alguns responsáveis das escolas onde efetuamos a nossa ronda.

 

Por: Ussumane Mané

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