GOVERNO DIZ QUE É PRECISO IDENTIFICAR NOVAS FONTES DE FINANCIAMENTOS DAS ATIVIDADES NA ÁREA DE PRESERVAÇÃO DA NATUREZA
O ministério do Ambiente e Biodiversidade defende a necessidade de se adotar novos mecanismos para a conservação do ambiente e biodiversidade no país.
A ideia foi manifestada, hoje, na abertura do seminário de apresentação de um estudo sobre a implementação de “contribuição verde para a biodiversidade na Guiné-Bissau” o qual precisa de uma validação nacional dos produtos produzidos.
Ao presidir o ato, o representante do ministro do Ambiente, Guilherme da Costa, assegurou que para fazer face aos desafios de implementação das políticas de desenvolvimento sustentável, é preciso identificar novas fontes de financiamentos das actividades operantes na área de preservação da natureza.
“Para se fazer face aos desafios de implementação política de desenvolvimento politica, sustentável da redução da pobreza e da conservação do ambiente e da biodiversidade foram reduzindo, razão pelo qual é necessário identificar novos mecanismos e novas fontes de financiamento das actividades públicas e não governantas que operam com intuito da conservação do ambiente”, explica.
Guilherme da Costa afirma ainda que as alterações climáticas têm tido um impacto negativo, baseados nas implementações políticas.
“As alterações climáticas têm tido um impacto negativo na preforma das implementações das políticas públicas, e se estas foram bem delineadas sobre tudo no domínio ambiental e da biodiversidade ajudarão a organizar melhor as populações por forma a reduzir a pressão exercida sobre o ambiente”, sustenta.
No mesmo ato o diretor do Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP), Justino Biai, disse que na Guiné-Bissau não existe dispositivo estatal disponível de meios financeiros para as Áreas Protegidas.
A Wetlands Internacional África, Costa Ocidental e Golfo da Guiné apresentaram, hoje, o lançamento do estudo sobre a implementação de contribuição verde para a biodiversidade, na Guiné-Bissau, para rever e validar os resultados.
De referir que o estudo apresentado hoje foi realizado em Novembro do ano 2022.
Por: Diana Vaz
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