GOVERNO ANUNCIA LIQUIDAÇÃO DA DÍVIDA COM KARPOWERSHIP

O ministro das finanças do governo em funções garante que o executivo já liquidou a divida de mais de 9 milhões de dólares contraídas, pelo antigo governo, com a empresa responsável pelo fornecimento da energia elétrica no país através do barco flutuante.

Mamadu Fadia falava, hoje, em conferência de imprensa, no ministério da energia, para explicar da ameaça de suspensão dos trabalhos da empresa por parte da empresa privada Turca, Karpowership.

Fadia disse que quando o actual governo entrou em funções, foi obrigado a lidar com várias situações de défice financeiro que foi obrigada a intervenção séria para que a EAGB possa continuar a fornecer luz à cidade de Bissau.

O ministro das finanças garante, no entanto, que atualmente a EAGB não tem capacidade de fornecimento da energia elétrica porque a central não funciona há meses.

No entanto, na mesma conferência de imprensa, o representante da empresa Karpowership na Guiné-Bissau confirma que o antigo governo estava em dívida com a empresa, portanto, recentemente a divida foi liquidada pelo actual executivo.

Entretanto, o ministro da energia e dos recursos naturais, Jorge Malú, explica que a EAGB continua a deparar com enormes dificuldades de funcionamento porque existem instituições que contraíram dívidas de milhões com a única empresa pública de luz e água do país.

Além disso, o governante avança que existem inúmeros funcionários do ministério da energia que não pagam luz e água ao Estado.

Na mesma ocasião, o diretor-geral interino da Empresa da Eletricidade e Águas da Guiné-Bissau (EAGB), Mamadu Baldé, nomeado no inico deste mês, denuncia que a situação financeira da empresa encontra-se num panorama sombrio.

A EAGB informa ainda que, no quadro da luta contra a Covid 19 no país, o país já dispõe de doseadores de cloro para os trabalhos de desinfeção da água em todos os furos da EAGB.

Não obstante, a empresa revela que alguns furos de abastecimento de água portável de Bissau ultrapassam o tempo de vida e os furos em piores condições dão da Mãe d´agua, do Liceu, do Hotel 24 de Setembro e ainda da QG.

 

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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