GOVERNO ADMITE QUE PAÍS DEPARA COM “GRANDES” PROBLEMA DE INSEGURANÇA ALIMENTAR
O Governo da Guiné-Bissau admitiu, esta segunda-feira, que a vulnerabilidade da população das ilhas encontra-se num nível “muito” alto. E, no entanto, existe situação de extrema pobreza que carece de um engajamento sério.
O reconhecimento por parte do governo foi feito esta segunda-feira pelo Diretor-geral da Proteção Social, depois da abertura da cerimónia de apresentação e delineamento da Primeira parte da Elaboração da Política e Estratégia Nacional de Proteção Social.
Lúcio Rodrigues aponta o engajamento sério do governo como forma de minimizar o sofrimento dos populares da zona insular.
“Temos que reconhecer que a situação de vulnerabilidade está num nível muito elevado, existe situação de extrema pobreza na Guiné-Bissau que é necessário o engajamento sério do governo em tudo que é necessário para minimizar o sofrimento da população Guineense, sobretudo popular da zona insulares”, admitiu Lúcio Rodrigues Diretor-geral da Proteção Social
Já na abertura desta cerimônia, o Representante Interino da Unicef no país Wesley Galt manifestou a disponibilidade da sua organização em apoiar o país na problemática de insegurança alimentar.
“Importa relembrar que o documento do programa Nacional do anterior governo da Guiné-Bissau e Unicef, e o quadro de cooperação para o desenvolvimento sustentável das Nações Unidas estão alinhados com o plano Nacional do desenvolvimento, por tanto unamos esforços na realização dos objetivos de desenvolvimento sustentável e várias outras resultados que vão permitir melhorar o bem-estar das comunidades incluindo as crianças” disse Wesley Galt Representante Interino da Unicef no País.
O Ministério da Mulher, Família e Solidariedade Social pede o envolvimento de toda a sociedade guineense, a combater a insegurança alimentar no país.
Por: Turé da Silva
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