FRENTE SOCIAL ENTREGA NAS NAÇÕES UNIDAS MANIFESTO SOBRE PROBLEMAS SOCIAIS NO PAÍS

A Frente Social, organização que engloba os sindicatos dos sectores da saúde e educação, entregou hoje um manifesto junto ao Sistema das Nações Unidas, no qual relatam o real problema social do país, e ainda sobre a falta de cumprimento das leis no país.

Esta informação foi confirmada pelo porta-voz da Frente Social, depois da conferência de imprensa onde abordou a atual situação dos profissionais de saúde e educação, tendo na altura avançado com a ameaça de paralisar na generalidade todos os serviços destas duas áreas sociais.

Ioiô João Correia, porta-voz da Frente Social, avisa que caso as suas exigências não forem resolvidas, o próximo ano 2023 pode ser negro para os sectores da educação e da saúde.

“De uma forma pacífica vamos junto do sistema das nações unidas para irmos entregar um manifesto das nossas preocupações dos problemas que estão a passar e de falta de cumprimento de leis por parte da república da Guiné-Bissau, também com agravamento destas situações que estamos a verificar. Se tudo continuar assim não descartamos a ideia de começar o ano 2023 com a greve, possivelmente a partir do dia 02 de janeiro temos a tendência de iniciar a greve que pode vir a ser um ano negro”, avança- “afirmou      

A Frente Social acusa ainda o actual regime de não estar a cumprir as leis da manifestação pública no país, e, não obstante, apela um bom senso por parte do executivo, para que se possa encontrar soluções.

No entanto, na mesma conferência de imprensa, o porta-voz da Frente Social denunciou ainda as intenções do governo em bloquear salários dos professores sem horário.

“Outra situação de denúncia aqui, é intenção do governo em bloquear salários dos professores sem orário, porque o atual regime achara que aqueles professores são sindicalistas”.  

Sobre a proibição de novas contratações nos sectores da educação e saúde, um dos pontos em reivindicação, Ioiô João denuncia que esta medida não está a ser cumprida, porque têm na sua posse informação de que um líder sindical foi contratado recentemente.

Os sindicatos da saúde e da educação exigem, entre outros, o controlo da entrada de pessoas na administração pública, o pagamento de salários em atraso, a melhoria e o respeito laboral e ainda a suspensão da decisão do executivo que proíbe novas entradas nestas duas áreas sociais.

 

Por: Diana Vaz

Imagem: Arquivo

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