ESTUDANTES DÃO 3 DIAS PARA GOVERNO RESOLVER GREVE DOS PROFESSORES

O porta-voz do Colectivo de Associações das Escolas Púbicas e Privadas da Guiné-Bissau pede a demissão do Comissário Nacional da Polícia da Ordem Pública devido as detenções de 12 membros da organização Carta 21. Os estudantes tentaram sair às ruas contra a greve que, hoje (26), começa no sector educativo

O colectivo deu 72 hora ao governo para ultrapassar a situação. Por agora não tem nenhuma manifestação mas depois do prazo sairão às ruas.

No entanto, de urgência, o presidente, José Mário Vaz, reuniu-se, esta manhã (26), com a “carta 21”, com o ministro da Educação Nacional, Camilo Simões Pereira e com o recém-nomeado ministro do Interior, Edmundo Mendes.

Em conferência de imprensa, hoje (26), que visa posicionar sobre a greve nas escolas públicas convocada pelos três sindicatos dos professores, Bacar Mané sustenta o pedido da demissão do chefe máximo da POP devido a detenção dos alunos que reivindicam o direito á escola “de forma pacífica”.

De acordo com o porta-voz do colectivo as forças de segurança saíram nas ruas e nos estabelecimentos do ensino públicos com armas “como se fosse no estado de sítio” e por isso exige a libertações incondicional dos estudantes presos.

O porta-voz do Colectivo de Associações das Escolas Púbicas e Privadas alertou que em caso o ano lectivo venha ser nulo nas escolas públicas a mesma situação deverá acontecer nas escolas privadas.

Bacar Mané, porta-voz do Colectivo de Associações das Escolas Púbicas e Privadas, pediu ainda uma negociação séria entre o Governo e os sindicatos para impedir que o ano lectivo 2018/2019 venha a ser nulo.

Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos

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