Escassez dos produtos da primeira necessidade. ASSOCIAÇÃO DOS RETALHISTAS GARANTE QUE BREVEMENTE SERÁ RESOLVIDA A SITUAÇÃO

O presidente da Associação dos Retalhistas dos Mercados da Guiné-Bissau, Aliu Seide, disse hoje que escassez da cebola nos mercados do país, deve-se à indisponibilidade dos fornecedores na Holanda nos últimos quatro meses, mas a situação já está a ser resolvida.

A escassez suscitou o grito dos consumidores alegando que atualmente compram um quilograma no valor de 1000 francos ou 1500 francos CFA.

A este propósito, em entrevista à Rádio Sol Mansi, Aliu Seide, assegurou que nos próximos dias, a situação vai ser resolvida porque os fornecedores já começam a abastecer o mercado com esta pproduto.

“ Estamos com esse problema há cerca de 4 meses. O canal de costume (Holanda) fechou e agora só consumimos a que vem do Senegal e como há tanta procura, subiram o preço. Agora, um saco de 25 quilograma custa 24 mil francos cfa, mas felizmente, dentro de dias, o preço voltará ao normal”, explicou.

Esta manhã, nas rondas feitas no maior mercado do país, os consumidores queixam-se da falta de cebola e da batata.

Segundo diz a nossa reportagem, a situação é muito preocupante, atualmente um quilograma de cebola custa 1000 a 1500 francos CFA, sendo a mesma para com a batata.

“ Cebola está muito caro e se a pessoa for ao mercado, é uma preocupação enorme se o dinheiro vai ou não chegar para comprar a cebola. Estamos a sofrer tanto”, frisaram.

Ainda na entrevista desta segunda-feira com os consumidores, quase todos são unânimes em lamentar a subida de preço dos produtos da primeira necessidade, apelando no entanto o governo a encontrar o mais rápido possível a solução, “porque os preços dos produtos nos mercados são elevados”.

O aumento dos preços dos produtos, sobretudo da primeira necessidade nos mercados, está a ser fortemente criticado pelos consumidores, que alegam de que estão a ficar sem poder de compra.

Por: Diana Bacurim

Questo sito fa uso di cookie per migliorare l’esperienza di navigazione degli utenti e per raccogliere informazioni sull’utilizzo del sito stesso. Leggi di più