Eleições: STJ FIXA LISTA PROVISÓRIA SEM PAI TERRA RANKA
O coletivo de advogados da coligação Plataforma Aliança Inclusiva PAI – Terra Ranka solicitou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), a reconsideração da decisão que rejeitou a candidatura da coligação na lista provisória para as eleições legislativas de novembro.
A posição foi tornada pública esta segunda-feira, em conferência de imprensa realizada poucas horas após a divulgação, pelo STJ da lista provisória dos concorrentes às eleições legislativas do novembro próximo.
Um dos advogados da coligação, Luís Peti, confirmou que já foi interposto um recurso, pedindo ao Supremo Tribunal que reavalie a sua decisão relativamente à exclusão da PAI - Terra Ranka.
“Já há uma hora entramos com uma reclamação, alertando o Tribunal de que o recurso está retido porque devia ter um pronunciamento e não tem. Estamos a aguardar com serenidade o que o Supremo decidirá neste período de fixação da lista provisória até à publicação da lista definitiva, esperando que reconsidere a sua posição”, sublinhou o advogado.
Questionado sobre a possibilidade de a coligação ficar fora da corrida eleitoral, Peti afirmou que o risco está do lado do Supremo Tribunal de Justiça, porque da parte da Coligação o único instrumento a ser aplicado são as leis.
“O risco está do lado do Supremo Tribunal de Justiça. Eles são os decisores, pessoas competentes e conscientes do que a lei exige. Da parte da coligação, o único instrumento que aplicamos são as leis. Estamos serenos”, reforçou.
O coletivo de advogados da PAI – Terra Ranka reiterou que aguarda com serenidade, a decisão do Supremo esperando que esta seja tomada brevemente.
Por: Marcelino Iambi
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